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Conselho de Meio Ambiente incentiva compostagem

Da redação

| Edição de 27 de outubro de 2018 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O projeto de um programa municipal de reaproveitamento de material orgânica foi apresentado durante a 35ª edição da Exposição Agrícola (Expoagri), no Colégio Agrícola Estadual Manoel Ribas, de Apucarana, que encerra hoje. O Conselho do Meio Ambiente de Apucarana quer implementar este programa e trouxe para a cidade o especialista em compostagem Cláudio Spinola, diretor do Instituto Morada da Floresta, que há oito anos realiza um projeto na área em São Paulo. 

Imagem ilustrativa da imagem Conselho de Meio Ambiente incentiva compostagem


Segundo o presidente do conselho do Meio Ambiente, Junior Serea, o programa mostra basicamente que é nas cozinhas das casas que se produz o maior volume de lixo na cidade. “Mostramos que, na realidade, a maioria das casas utiliza apenas 1 lixo na cozinha, onde são misturados todos os resíduos, o que inviabiliza a prática de aproveitamento de recicláveis e orgânicos”, explica. 
Para Serea, a simples adoção de três pequenas lixeiras na cozinha aumenta significativamente a chance de resíduos serem encaminhados corretamente para a reciclagem. “O material reciclável é recolhido uma vez por semana pela Cocap; os rejeitos devem ser encaminhados a coleta de lixo normal, para encaminhar ao aterro sanitário e os resíduos orgânicos serão transformados em adubo”, acrescenta. 
O presidente do conselho apresenta duas maneiras de transformar o lixo em adubo na própria residência. Uma dela é um minhocário, que demanda a compra do equipamento que custa em torno de R$ 300 para uma família de 4 pessoas ou pode ser confeccionado com recipientes plásticos com orientações disponíveis na internet.
A outra maneira, de acordo com Serea, é a compostagem direta no chão no quintal, um sistema de caixas em que são colocados os restos de alimentos produzidos na residência, junto com materiais vegetais secos. “Fácil e prático, com o benefício de se poder ter o plantio de legumes, verduras e flores em casa”, reforça.  
(FERNANDA NEME)