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Cresce número de crianças autistas na rede municipal

Da Redação

| Edição de 01 de abril de 2022 | Atualizado em 01 de abril de 2022
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Nos últimos 5 nos, o número de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) mais que quadriplicou na Rede Municipal de Educação de Apucarana. As escolas e centros infantis têm atualmente 88 alunos diagnosticados matriculados na rede. Em 2017 eram 19 crianças. O atendimento diferenciado ofertado aos alunos tem acelerado a inclusão.

“Muitos pais têm optado por matricular seus filhos nas nossas unidades de ensino porque oferecemos gratuitamente todo o apoio pedagógico que as crianças com TEA necessitam para o adequado desenvolvimento cognitivo e social. Outras famílias ainda têm mudado para o nosso município atraídas pela qualidade da educação. Apucarana foi considerada, no final do ano passado, pelo Prêmio Band Cidades Excelentes, como a cidade brasileira que oferece a melhor formação básica às suas crianças”, explicou o prefeito Junior da Femac.

A Autarquia Municipal de Educação tem um Centro de Apoio Multiprofissional ao Escolar, departamento responsável por acompanhar os alunos com necessidades especiais. “Entre outras medidas, o CAME assegura que os autistas recebam atendimento diferenciado nos CMEIs e Escolas, com adaptação curricular, professor de apoio nas aulas regulares e matrícula em salas de recursos multifuncionais no contraturno. A inclusão é prioridade na rede municipal de Apucarana”, disse a secretária de educação, Marli Fernandes.

Neste sábado, 2 de abril, celebra-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Para promover a disseminação de informações sobre o tema, a Autarquia de Educação abriu nesta sexta-feira (1) e segue até a próxima quinta-feira (7) uma série de atividades envolvendo os professores, estudantes e suas famílias.

Nesta sexta-feira (1), os professores e alunos dos 23 CMEIs e 35 escolas municipais realizaram apresentações de teatro, confecção de cartazes, soltura de balões e caminhadas de conscientização sobre o autismo pelas ruas das comunidades. “O autismo não tem cura, mas pode ser trabalhado e reabilitado para que a criança se adapte às atividades escolares e ao convívio em sociedade”, acrescentou a coordenadora do CAME, Léia Sofia Viale..