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Crianças de 7 anos promovem vandalismo em centro infantil

Aline Andrade

| Edição de 02 de janeiro de 2023 | Atualizado em 02 de janeiro de 2023
Um verdadeiro vandalismo nas dependências da escola foi promovido por duas crianças de 7 anos de idade
Um verdadeiro vandalismo nas dependências da escola foi promovido por duas crianças de 7 anos de idade

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Um caso de vandalismo no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Professora Laura Mareze, inaugurado há pouco mais de 3 meses no Residencial Fariz Gebrim, gerou perplexidade em Apucarana. Os autores dos estragos no estabelecimento foram duas crianças de apenas 7 anos. Os meninos, que são primos, moram no bairro, mas não estão matriculados na instituição. 

As crianças invadiram o prédio público no domingo (1º) passando por debaixo da cerca de proteção do local e ficaram cerca de uma hora no CMEI, promovendo quebra-quebra e muita sujeira. Vidros de janelas foram quebrados para que as salas fossem invadidas, ferindo uma das crianças, que deixou marcas de sangue pelo chão. Fios e equipamentos do sistema de segurança foram arrancados, portas foram danificadas e material escolar das 105 crianças de 0 a 4 anos de idade que estão matriculadas no local foi completamente destruído.

Os meninos também pegaram latas de tintas e espalharam pelo chão e em janelas e paredes. As crianças destruíram parte da horta e espalharam pedras pelo local. Eles ainda tentaram levar parte do material escolar, acondicionando em uma caixa de papelão, mas foram flagrados por um morador quando estavam fugindo e deixaram os itens para trás.

Pelas imagens das câmeras de segurança, as crianças foram identificadas e, em seguida, localizadas por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) de Apucarana. 

“Uma situação lamentável. Estou transtornada. Meu sentimento é de frustração”, disse a diretora do CMEI Laurine de Paulo Mathias Policarpo. 

A diretora-presidente da Autarquia Municipal de Educação (AME), Marli Fernandes, lamentou o envolvimento de crianças no ato de vandalismo. Segundo ela o prejuízo maior foi com a destruição de materiais de uso didático e recreação das crianças. Um boletim de ocorrência foi feito junto à Polícia Civil.