As chuvas registradas em Arapongas entre os dias 9 e 11 de janeiro provocaram sérios problemas de erosão em algumas regiões da cidade. Um dos exemplos é o Clube Campestre. As enxurradas fizeram surgir uma enorme cratera no local, partindo das quadras de tênis até próximo às piscinas.
Na segunda-feira, o prefeito Antônio José Beffa (PHS) vistoriou o local, na companhia do secretário de Obras, Pedro de Marco Júnior, do presidente da Câmara de Vereadores, Valdeir José Pereira, o Maringá (SD), o vereador Evangelista da Silva (PHS) e do vice presidente do Campestre, Homero Bazana. O município está discutindo alternativas para conter a erosão que atingiu o tradicional clube social da cidade.
Segundo o secretário de Obras, Pedro de Marco Júnior, os estragos devem ser solucionados desde a origem. “Essa erosão é consequência da falta de ação durante os anos. Sendo assim, é necessária uma canalização, uma reestruturação de modo geral, para que tal situação seja solucionada”, frisou o secretário.
Além dos danos patrimoniais, Beffa assinala que ocorreram danos ambientais de grandes proporções naquela região, o que pode vir a comprometer uma nascente que está localizada na reserva legal atrás do clube.
“É uma situação grave e que exige a união de todos: poder público, sociedade civil organizada e comunidade em geral. A erosão é resultado de um problema de muitos anos, que hoje gera transtornos e compromete a segurança. Estamos empenhados para solucionar essa questão, mas sabemos que a solução de tal estrago demanda tempo, por isso medidas urgentes estão sendo analisadas”, disse o prefeito.