Conhecida por oferecer roupas, calçados e móveis com preços diferenciados, a MegaFeira de Arapongas chama a atenção por agregar serviços por quem passa pelo evento. Até ontem no início da tarde cerca de 36 mil pessoas já haviam visitado a feira. Teve quem até aproveitou o feriadão prolongado para retornar ao local e garantir alguns mimos.
A autônoma Cristiane Stacholski, 35 anos, voltou ontem à MegaFeira exclusivamente para aproveitar alguns benefícios oferecido por uma empresa de cosméticos. Ela comprou três produtos e ganhou direito a um corte bordado, que tira as pontas duplas sem reduzir o comprimento, uma hidratação e uma escova. “Já sou cliente da marca, mas resolvi comprar por causa do carinho da loja. Oferecer só o produto não é mais um diferencial”, diz.
Só em produtos de beleza, a araponguense gastou R$ 70. Porém, no feriadão, Cristiane deixou R$ 300 em roupas no evento. “Vim acompanhada da minha cunhada e da minha sobrinha, de Palotina, e elas gostaram dos preços e dos produtos”, avalia.
Quem também não resistiu ao um mimo foi a bibliotecária Vera Lúcia Pepinelli, 61, de Apucarana. Para relaxar os pés, depois de andar por vários estandes, ela aceitou alguns minutos de massagem oriental. “É bem relaxante”, garante. Diferente de Vera Lúcia, o trio araponguense, formado por Nair, 81, Meire, e Isadora, 14, se rendeu às dicas dos chefes Ana Paula Lopes e Pablo Lussich.
No ano passado, Meire, acompanhada da filha Isadora, já tinha participado e aprovado o “Dia do Chef”. “Têm muitas dicas legais. No ano passado aprendi a fazer risoto de alho porró e couve crocante. Depois fiz a receita em casa e ficou uma delícia”, assegura. Este ano, elas convenceram dona Nair para participar. “Sempre tem alguma coisa para aprender”, diz.
E, claro, o trio aproveitou para fazer umas comprinhas. “Compramos uns biscoitinhos”, revela Meire. Já Nair se disse disposta a gastar mais na feira. “Se eu encontrar alguma coisa que eu goste, vou comprar. Tem que aproveitar a oportunidade”, sublinha.
O casal de funcionários públicos Lurdes, 52, e José Brito, 62, também se rendeu à ala gastronômica da feira, mas eles não vieram para aprender, apenas para degustar. “Ontem almoçamos aqui e aproveitamos para comprar roupas. A feira está muito boa”, avalia Lurdes. Antes de ir embora, eles, que nos dois dias gastaram cerca de R$ 800, provaram alguns doces finos.
Já auxiliar de escritório Lourdes Manfrinato, 62, foi mais comedida nos gastos. Ela que visitou a feira com o intuito simplesmente de sair da rotina levou para casa uma muda da rosa-do-deserto por R$ 6. “Vim só para espairecer. Nem imaginei que tivesse a rosa-do-deserto aqui, mas como encontrei, vou levar”, afirma.