A família da manicure apucaranense Maria Helena de Carvalho, de 28 anos, espera a liberação do corpo da jovem pelo Instituto Médico Legal (IML) de Apucarana. O órgão aguarda uma autorização judicial para sepultamento uma vez que não foi possível fazer a identificação visualmente.
A liberação do corpo era esperada para ontem, mas não foi confirmada até o início da noite. O mistério do desaparecimento de Maria Helena chegou ao fim no último sábado (2), quando o corpo da manicure apucaranense foi encontrado em uma chácara abandonada na área do Residencial Belvedere, em Apucarana.
Maria Helena estava desaparecida desde setembro de 2019. Thomas foi preso em março em São Francisco do Sul, n o litoral de Santa Catarina. Ele foi transferido para Apucarana na noite de sexta-feira (30).
Durante o trajeto, segundo a Polícia Civil, ele confessou e deu detalhes do crime, inclusive indicando onde teria escondido o corpo.
Segundo o delegado Marcos Felipe da Rocha Rodrigues, Thomas confessou em depoimento o assassinato, afirmando que matou a companheira durante uma discussão. Ele asfixiou a jovem.
A irmã de Maria Helena, Gislaine de Carvalho, diz que ela e a família estão aliviadas pela polícia terem encontrado o corpo da irmã e prendido Thomas. “Estamos muito abalados porque tivemos um choque de realidade. Foram sete meses de aflição e angústia. Queremos que a justiça seja feita com Thomas, que ele pague por todo mal que ele causou. Agradecemos a todos que abraçaram essa causa durante este período”, explica. (FERNANDA NEME E ALINE ANDRADE)