Na casa da apucaranense Rosângela Pereira da Silva, 48 anos, a palavra principal é economia. Ela conta que trabalhava como doméstica, mas por causa da pandemia está parada. A única renda da família, composta por quatro pessoas, provém do marido que recebe um salário mínimo.
Rosângela afirma que a cesta básica consome quase todo salário e que tenta economizar para conseguir pagar outras contas. “Compromete bem mais da metade, não sobra quase nada, só sobra para pagar luz e água. Minha casa tem quatro pessoas e uma criança que ainda toma leite, o que pesa mais ainda. Os alimentos estão muito caros, se pega um pacote de arroz já encarece”, comenta.
Por isso sempre busca por produtos mais baratos no supermercado. “Pesquiso bastante para pegar produtos mais em conta para conseguir reduzir o valor um pouco, mas é difícil”.
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