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GIRO POLICIAL

Da Redação

| Edição de 27 de julho de 2022 | Atualizado em 27 de julho de 2022

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Mulher foi mantida por 3 dias em cárcere privado pelo ex-companheiro

Uma mulher que era mantida em cárcere privado pelo ex-companheiro, contra o qual tinha medida protetiva, foi liberada na tarde de anteontem pela Polícia Militar (PM). Os policiais chegaram até o endereço através chamada telefônica. A vítima afirmou estar correndo perigo em um endereço do Residencial Solo Sagrado, zona leste de Apucarana. 

Os policiais foram até o endereço citado na denúncia e foram recebidos por um casal. Inicialmente a mulher disse aos policiais que estava tudo bem, mas como ela demonstrava nervosismo e medo a equipe pediu para falar com ambos separadamente, Longe do agressor, ela relatou aos policiais que já estava vivendo em situação de cárcere privado há pelo menos três dias, sob ameaças de morte. Segundo a vítima, ex-companheiro se utilizava de uma faca e a fazia ingerir medicamentos que a deixavam dopada. 

Foi dada voz prisão ao agressor, mas ele fugiu correndo para dentro de uma mata e não foi mais localizado. A vítima foi orientada a respeito das providências cabíveis.

Polícia quer prisão preventiva de homem que atacou jovem no Jardim Veneza 

O delegado-adjunto da 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana, Felipe Ribeiro Rodrigues, vai pedir prisão preventiva do homem preso anteontem após agarrar e tentar arrastar uma mulher jovem em Apucarana. 

O agressor, que atuava como pedreito foi preso em uma obra próxima ao local do ataque, no Jardim Veneza, tem passagens por outros crimes, inclusive, por estupro de vulnerável em Sarandi. “Vamos representar pela prisão preventiva dele, pelo risco que ele oferece a ordem pública; Ele aparenta ser um criminoso contumaz em atividades sexuais. A Polícia não tem dúvidas de que ele cometeu o crime, temos total convicção que ele é o autor.  Durante o interrogatório ele negou, mas não temos dúvida que foi ele”, explica. Segundo o delegado, o homem de 36 anos, foi reconhecido pela vítima. Além disso, o crime foi registrado por câmeras de segurança. Os colegas de trabalho do detido também afirmaram à polícia que o suspeito se ausentou da obra no mesmo horário que o crime foi cometido. O caso vem sendo tratado como crime de importunação sexual.

Irmãos suspeitos de homicídio em Jandaia são presos em obra 

Dois irmãos suspeitos envolvidos no assassinato de Dione Fernandes, 49 anos, que usava o nome artístico de Kelvin Trovador, foram encontrados e presos em Apucarana. Os suspeitos de 36 e 30 anos estavam trabalhando em uma obra na Rua Ítalo Ado Fontanini.

Conforme o delegado de Jandaia do Sul, Gustavo Pinheiro, os dois chegaram a ser presos logo após o crime, registrado em 14 de abril do ano passado em Jandaia do Sul, mas conseguiram fugir da cadeia em agosto de 2021. “Nós estávamos procurando por eles há quase um ano. Hoje com apoio do Cope (Centro de Operações Policiais Especiais de Curitiba) e investigadores de Apucarana, conseguimos localizar os suspeitos”, disse.

Além do homicídio, os dois foram presos por tráfico de drogas. “Contra os dois haviam dois mandados de prisão, um pelo homicídio doloso e outro por tráfico de drogas, são homens perigosos, envolvidos em crimes”. Ainda de acordo com o delegado, a motivação do crime seria uma dívida. Kelvin foi morto a tiros em frente a uma oficina mecânica enquanto negociava uma caminhonete.