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Hospitais de pequeno porte têm recursos do governo

Agência Estadual de Notícias

| Edição de 12 de setembro de 2017 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Os hospitais de pequeno e médio porte, que possuem entre 15 e 100 leitos, podem contar com o apoio do Governo do Paraná para custear os serviços à população. Mensalmente, a secretaria estadual da Saúde destina R$ 2,6 milhões a 106 hospitais que aderiram à terceira fase do Hospsus, programa estadual de Apoio e Qualificação de Hospitais Públicos e Filantrópicos do SUS Paraná.

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“Este é um investimento que amplia o atendimento hospitalar à população”, destacou o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto. Segundo ele, desde a implantação do Hospsus, o Governo do Estado já destinou mais de R$ 700 milhões ao custeio de hospitais públicos e filantrópicos, o que tem garantido resultados expressivos, como a ampliação de leitos gerais e de UTI.
A primeira fase do programa, iniciada em 2011, foi dirigida a hospitais de alta complexidade e maternidades que atendem gestantes de alto risco. A segunda fase foi lançada no início de 2013 com a estratégia de qualificação do parto.
A terceira fase entrou em funcionamento no final de 2013 para atender aos pequenos hospitais, na maioria públicos municipais. Além do repasse de recursos, o Estado oferece apoio e consultoria para que os hospitais se adaptem às regras do programa.
Cada hospital pode optar por uma das três linhas de atuação: priorizar a atenção materno-infantil, aderindo à Rede Mãe Paranaense; atuar como Centro de Atenção Psico-Social, na área de atendimento de saúde mental; ou fortalecer seu atendimento de urgência e emergência.
“Aumentar a capacidade de atendimento dos pequenos hospitais é uma forma de evitar a sobrecarga das instituições de maior complexidade, que estão concentradas nos grandes centros. Esse apoio fortalece toda rede hospitalar”, afirmou o diretor do Paraná Urgência, Vinícius Filipak.
Em levantamento feito pela Secretaria da Saúde, foram identificados 182 hospitais que se encaixam nas regras da terceira fase do programa, o que significaria cerca de R$ 4,5 milhões mensais em repasses. No entanto, para participar, o hospital precisa aderir ao Hospsus e cumprir as contrapartidas previstas.  (AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS)