As ferramentas digitais se fortaleceram muito no varejo, afirma a presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Apucarana (Sivana) Aída Assunção. Com a incerteza e as vendas em queda durante a pandemia, muitos comerciantes que não atuavam no meio virtual precisaram se reinventar.
“Quem não vendia pela internet começou a vender. Alguns de forma mais simples, outros de forma mais especializada. Mas isso ajudou a salvar muitas lojas durante a pandemia”, observa.
Embora exista empresas atuando no marketplace, Aída destaca que a boa parte das vendas são feitas pelo Whatsapp e Instagram.
“Com o comércio fechado horário reduzido, o comerciante tem que se virar para manter os custos e salários de funcionários. Mas durante o período tiveram muita ajuda, entidades trabalharam junto neste sentido, com palestras e cursos para ajudar o comerciante a vender online”, assinala.
De acordo com ela, os lojistas estão inovando cada vez mais criando conteúdo de acordo com a plataforma utilizada. “Eles postam fotos, fazem vídeos ao vivo, criam conteúdo para chamar a atenção dos clientes”, destaca.