Há 44 anos, em 17 de maio de 1974, a Itaipu Binacional era constituída formalmente. Uma década depois, já começava a gerar energia elétrica e, nos anos seguintes, passaria a ostentar o título de maior usina em produção. Em pouco tempo virou sinônimo de desenvolvimento regional e integração energética.
Da época de sua criação até hoje, a binacional vem reforçando sua importância estratégica para a segurança energética dos dois países e para a riqueza da região onde está instalada, na fronteira entre Hernandárias, no Paraguai, e Foz do Iguaçu, no Brasil.
Toda a energia produzida por Itaipu, equivalente a 16% do consumo do Brasil e 90% do Paraguai, se traduz em inúmeros benefícios. Só em royalties, correspondentes à exploração energética do uso do reservatório, Itaipu já repassou mais de US$ 11 bilhões para os dois países. Esses investimentos são aplicados em infraestrutura, educação, desenvolvimento, tecnologia e em ações sustentáveis, entre outras.
Itaipu atua com foco a responsabilidade social e ambiental e contribui para impulsionar o desenvolvimento sustentável dos dois países. As ações da empresa são feitas em parceria e em consonância com as recomendações dos organismos internacionais mais respeitados, como no caso da plataforma global da ONU, que preconiza a agenda 2030 com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas.
RECORDE
Em 2016, Itaipu atingiu 103,1 milhões de MWh, recorde mundial absoluto. Agora em 2018, já são mais de 39,7 milhões de MWh gerados ante 36,4 milhões de MWh, em 2017, e 38,4 milhões, em 2016. A diferença é de mais de 3% em relação ao ano do recorde. Em produção acumulada, desde maio de 1984, são mais de 2,5 bilhões de MWh. (EDITORIA DE CIDADES)