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Obras dificultam acesso ao Distrito do Barreiro

Vanuza Borges

| Edição de 04 de junho de 2016 | Atualizado em 02 de dezembro de 2016

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Duas obras em trechos diferentes da Estrada do Barreiro, zona rural de Apucarana, têm complicado a vida dos moradores. Logo na entrada da localidade, a Prefeitura implanta tubulação para escoamento adequado das águas dos rios Jurema e Ipiguá, que acumulam às margens da estrada. Outro ponto problemático ocorre na ponte do Rio Indaiá, onde a Sanepar trabalha deste o início do ano para recuperar a rede de adutoras, que foram rompidas com a chuva do início do ano.

Imagem ilustrativa da imagem Obras dificultam acesso ao Distrito do Barreiro

Na transposição do Rio Indaiá, ponto onde a Sanepar realiza o remanejamento de uma adutora, o maior problema relatado pelos moradores é a ponte estreita e a lama.

O presidente da Associação de Moradores, o agricultor Zacarias Baganha explica que, apesar de necessárias, as intervenções geram muito desgaste. “Em dias de chuva, os moradores têm que usar a Estrada da Colina, que dá acesso à cidade via Distrito de Pirapó”, explica. O desvio aumenta em 20 km o trajeto.

O caminho também tem sido usado por feirantes por conta da dificuldade do tráfego de veículos pesados. “Quanto vou à feira, tenho que sair às 4 horas da manhã. É bem penoso”, afirma o feirante Moacir Rosina.

Zacarias comenta também que nesta semana, moradores ficaram sem acesso ao transporte coletivo. “É uma situação difícil para os moradores, por isso, pedimos agilidade”, justifica.

O secretário de Obras, Herivelto Moreno afirma que o canal é necessário, para evitar, futuramente, a degradação da estrada. “Dentro de 30 dias a primeira etapa da obra deve ficar pronta. Depois, na segunda fase, não vai atrapalhar a passagem”, afirma. A Prefeitura investiu R$ 250 mil de recursos próprios no local.

Já a Sanepar informa que a conclusão do remanejamento da adutora sobre a ponte depende da estiagem. “Sei que os moradores e os produtores rurais enfrentam transtornos, mas precisamos de pelo menos 20 dias de tempo seco, para terminar o remanejamento”, explica o gerente regional da Sanepar em Apucarana, Luiz Carlos Jacovassi.