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Obras em Aricanduva vão interromper tráfego na BR-369

Renan Vallim

| Edição de 14 de fevereiro de 2017 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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A partir de amanhã (16), a obra da passarela do Distrito de Aricanduva, entre Apucarana e Arapongas, entra em um dos estágios mais importantes. A partir das 8 horas, operários içarão as vigas que passarão por cima da BR-369. Para que o trabalho seja realizado, o fluxo de veículos na rodovia terá que ser interrompido ao longo de todo o dia, exigindo atenção dos motoristas que circulam pelo trecho.
A Viapar é a empresa que possui a concessão deste trecho da rodovia e também é a responsável pela obra da passarela. Através de nota oficial, a empresa explica que as interdições serão momentâneas por diversas vezes durante o dia, com duração média de 20 minutos. Não há horários pré-estabelecidos para que essas interdições aconteçam.
O tráfego de veículos na região deve ficar complicado, sobretudo em momentos de pico. Portanto, os motoristas que trafegarem pelo local devem se manter ainda mais atentos para evitar acidentes.
No início da construção, o prazo estipulado pela empresa para a entrega da obra era entre abril e maio. No entanto, existe a possibilidade de que a obra seja encerrada antes desse prazo. Ao invés de ser feita em metal, como a instalada na mesma rodovia, nas proximidades do Parque Industrial de Arapongas, a estrutura será inteiramente em concreto, oferecendo mais segurança e conforto para os pedestres. A empresa não informou o custo de implantação do dispositivo.
A passarela era um pedido antigo dos moradores do Distrito de Aricanduva, entre Apucarana e Arapongas. A obra deve trazer mais segurança aos moradores da localidade, sobretudo os que precisam atravessar diariamente a rodovia para pegar ônibus.
No entanto, a construção não é unanimidade no distrito. O ponto de ônibus utilizado pelos moradores fica do outro lado da rodovia, em frente à principal entrada do distrito. No entanto, a passarela foi construída a aproximadamente 300 metros. Logo, os moradores serão obrigados a andar pelo menos 600 metros, entre ir até a passarela, utilizá-la, e ir até o ponto de ônibus, o que gerou reclamações.