A assistente social Erika Leonel Ferreira, informa que a Caritas acompanha um total de 265 estrangeiros. A maior parte são haitianos (206), mas ela afirma que o número de venezuelanos está aumentando.
Segundo ela, os imigrantes da Venezuela que chegaram em Apucarana durante ainda dependem de autorização e que a falta de documentação acaba fragilizando ainda mais a situação deles.
“Antes da pandemia, muitos venezuelanos entraram em nosso país pedindo refúgio devido à gravidade da violação dos direitos humanos na Venezuela.
Com a questão da pandemia no ano passado, fecharam as fronteiras e os imigrantes que entraram sem passar pela Polícia Federal estão chegaram sem documentos”, comenta.
Segundo Érika, uma nota técnica da Defensoria Pública, autoriza empresas a registrarem imigrantes preliminarmente, ou com documentos vencidos. “Se alguém tiver com documento vencido tem até setembro para se regularizar, devido a pandemia. O nosso trabalho está sendo esse, encaminhamento e orientação de trabalho”, afirma.