O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, reforçou ontem, durante café da manhã com jornalistas, a mensagem da ata do Copom (Comitê de Política Monetária) de que a autoridade monetária vai intensificar o ritmo de corte dos juros básicos se a atividade econômica permanecer fraca.
Ele declarou que na última reunião do comitê, que decidiu por uma queda de 0,25 ponto percentual na Selic, para 13,75% ao ano, houve discussões para intensificar o ritmo de cortes já em novembro -parte do mercado esperava uma redução maior da taxa, para 13,50%.
"No final houve um consenso de aguardar para fazer a intensificação da política monetária na próxima reunião", declarou, indicando que o mercado pode esperar uma redução maior, a partir de 0,50 ponto percentual, na próxima reunião do comitê.
Ele defendeu que a política monetária é sensível ao comportamento da atividade econômica -o IBGE divulgou uma queda de 0,8% no PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre de 2016. "A política monetária é sensível a você estar com mais ou menos atividade [econômica] que se imaginava", disse Goldfajn.
"É óbvio que entra na nossa equação, e já está entrando, tanto que a ata já indicou uma possibilidade de intensificação do ritmo [da queda de juros]", reforçou.(FOLHAPRESS)
CIDADES
MAIS LIDAS
-
Cidades
03/08Empresário de Rolândia (PR) é primeiro ganhador do prêmio de R$ 1 milhão da Poupança Premiada Sicredi
-
Cidades
04/08Programa 100% LED chega a mais dois bairros de Apucarana
-
Cidades
04/08Moradores cobram restrição a caminhões no 28 de Janeiro
-
Geral
04/08Dia dos Pais aquece as vendas e gera otimismo no comércio de Apucarana
-
Política
04/08Câmara realiza audiência para discutir empréstimo de R$ 30 mi