CIDADES

min de leitura - #

Revendas de gás se organizam em Arapongas

Da Redação

| Edição de 23 de julho de 2016 | Atualizado em 02 de dezembro de 2016

Fique por dentro do que acontece em Apucarana, Arapongas e região, assine a Tribuna do Norte.

Mais de 20 revendedores de gás de cozinha conheceram esta semana o programa Força Coletiva, desenvolvido pela Associação Comercial (Acia) e Sebrae Arapongas. Nesta tentativa de aperfeiçoar o setor também está o Sindicato das Empresas de Atacado e Varejo de GLP (Sinegás).

Criado há cerca de quatro meses, Força Coletiva põe na mesma mesa representantes de um determinado ramo da economia. Juntos, eles debatem problemas e discutem soluções para aquelas dificuldades corriqueiras.

Imagem ilustrativa da imagem Revendas de gás se organizam em Arapongas

Quase sempre o primeiro desafio é fazer com que vejam a si próprios quando encaram o concorrente. “Ele não deve ser meu inimigo”, explica o consultor do Sebrae Júlio César dos Santos Rodrigues. “O concorrente tem de ser aquele que corre lado a lado com você.”

Após apresentação do projeto, a primeira reunião do Força Coletiva Revendas de Gás foi marcada para 02 de agosto.

Sebrae, Associação Comercial e Sinegás esperam que ao menos de 10 a 15 empresas passem pelo núcleo. “O limite é de 25 participantes”, diz Santos. Nenhum deles paga nada. Basta que seja associado da Acia. “As inscrições para este núcleo estão abertas”, avisa Elizabeth Liberato, gerente-administrativo da entidade.

Durante encontros quinzenais, o projeto normalmente abarca temas relacionados finanças, gestão e marketing. Mas só anda enquanto os empresários se envolverem de verdade. “O negócio é deles. Nada mais justo que exigir deles o empenho necessário”, argumenta o consultor do Sebrae Júlio César dos Santos Rodrigues.

MERCADO

Sandra Ruiz, presidente do Sinegás, observa que há grupos parecidos funcionando pelo Paraná. “Tinha cidade que antes do nosso trabalho os revendedores nem se olhavam na cara. Mas hoje são parceiros”, ela comemora.

O gás de cozinha tem um mercado tremendo. Só na cidade, mais de 18.500 botijões são vendidos a cada mês - o que dá algo perto de R$ 1,1 milhão. “No entanto ainda sofremos com revendas inadequadas e com a clandestinidade”, admite Sandra. “Por isso, a nossa união é fundamental.”. (DA REDAÇÃO)