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Richa autoriza hoje obra do Hospital Regional em Ivaiporã

Ivan Maldonado

| Edição de 04 de outubro de 2017 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O governador Beto Richa (PSDB) assina hoje, às 10 horas, em Ivaiporã, a ordem de serviço para a Construtora Guetter Ltda, de Curitiba, iniciar as obras de construção do Hospital Regional. Os recursos, de mais de R$ 33 milhões, são do orçamento da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa). Quando estiver concluído o hospital terá 21 médicos e 450 funcionários atendendo pacientes de toda a região.

Imagem ilustrativa da imagem Richa autoriza hoje obra do Hospital Regional em Ivaiporã

A assinatura acontece em frente ao terreno, no loteamento Bela Casa, na Rua das Quaresmeiras esquina com a Rua Professora Sônia Moraes, nas proximidades do Fórum da Comarca, e do campus da UEM. A obra terá prazo máximo de construção de um ano em meio. 
De acordo com o prefeito de Ivaiporã, Miguel Roberto do Amaral (PSDB), a área construída do hospital será de 7.993 metros quadrados em terreno de 13 mil metros² doados pela prefeitura na gestão anterior. 
“Será um hospital de médio porte, com 104 leitos, dez de UTI adulto, centro cirúrgico e enfermarias”. Ainda segundo o prefeito, o hospital ofertará atendimentos de urgência e emergência, psiquiatria, clínica geral e cirurgias eletivas. 
Miguel Amaral comemora a conquista para região que, segundo ele, era a única do Paraná desprovida de um hospital geral público mantido pelo estado. “Com certeza vai mudar a história da saúde dos municípios de nossa região. Todos os dias, populações de Ivaiporã e dos municípios vizinhos se dirigem para Londrina, Arapongas e Curitiba. Com essa infraestrutura que será montada, vamos concentrar boa parte desses atendimentos aqui em Ivaiporã”, enfatiza. 
O prefeito diz que com o Hospital Regional em Ivaiporã todos ganham. 
“Além de qualidade e agilidade no atendimento dos pacientes, o hospital regional no Vale do Ivaí, significa também mais economia para as prefeituras, que não precisarão mais transportar diariamente seus pacientes para cidades distantes”, afirma Miguel Amaral. (IVAN MALDONADO)