Duas equipes de entomologistas da Secretaria de Estado da Saúde estão coletando mosquitos em áreas de mata e periurbanas (nas periferias de cidades) de todo o Litoral do Paraná, incluindo a região onde foram encontrados os macacos mortos pela febre amarela, em Antonina.
O objetivo, de acordo com o entomologista Allan Martins da Silva, do Laboratório Central do Estado (Lacen-PR), é identificar as espécies silvestres do mosquito que estão na região, e quais são as transmissoras, para tomar medidas de prevenção e controle.
O trabalho também vai mapear a localização dos mosquitos e como se movimentam, com o propósito de monitorar a eventual aproximação deles das zonas urbanas. Os macacos, quando aparecem mortos ou doentes, servem como sentinelas da presença do vírus da febre amarela silvestre.
Os entomologistas enviados ao Litoral vieram de Porto Rico, no Noroeste do Paraná, e de Maringá, no Norte, e são coordenados por entomologistas do Laboratório Central do Estado (Lacen) de Curitiba. Eles trabalham com diversas técnicas de coleta, nas copas das árvores e no solo.
CIDADES
MAIS LIDAS
-
Cidades
03/08Empresário de Rolândia (PR) é primeiro ganhador do prêmio de R$ 1 milhão da Poupança Premiada Sicredi
-
Política
21/03Decreto institui cotas raciais em 30% dos cargos de confiança
-
Geral
31/10Pesquisa sugere criação de presídio para idosos no Rio
-
Economia
10/03Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia
-
Esporte
02/02Willian Kibor e Núbia de Oliveira vencem a Prova 28 de Janeiro