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Transtornos também viram rotina na área urbana

Da Redação

| Edição de 08 de dezembro de 2015 | Atualizado em 02 de dezembro de 2016

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A chuva intermitente registrada nos últimos meses também está ampliando um problema que surgiu também por conta de outro período chuvoso – em julho. O bueiro que cedeu, abrindo uma cratera no final da Rua Cristiano Kussmaul, no Jardim Interlagos, zona oeste da cidade, já interditou metade da pista. A obra de recuperação já foi autorizada no início de novembro.

Imagem ilustrativa da imagem Transtornos também viram rotina na área urbana

O problema é causado por um canal de pedras parcialmente destruído com as chuvas de julho. A obra, autorizada no último dia 12, prevê a instalação de um bueiro de aço galvanizado, que irá escoar a água do Córrego Araranguá com custo de R$ 126,5 mil.

Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, apesar de autorizada, a obra – que está sendo tocada pela Tapalan Construções e Empreendimentos Ltda – não evolui por conta do excesso de chuvas.

Problemas de escoamento de água não são exclusivos da zona oeste da cidade. Na tarde de ontem, um alagamento interrompeu o trânsito na Rua Clotário Portugal, nas proximidades da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), perto da nascente do Rio Pirapó. Em alguns minutos de chuva forte, a água subiu rapidamente, assustando motoristas.

O problema de escoamento no local é antigo. Segundo a funcionária de uma loja das proximidades, Érica Stiver, as galerias não vencem escoar a água quando chove forte e e os alagamentos são comuns.

“O pior são os carros que ficam estacionados na baixada que acabam boiando e são empurrados pelas ondas formadas pelos carros que passam. Uma vez vi até uma caçamba carregada de entulho de construção boiar”, comenta.

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