A Prefeitura de Apucarana promove hoje uma audiência pública com representantes de associações de bairros, entidades de classe, sindicatos e outros segmentos organizados. No evento, previsto para às 19 horas no Clube Ucraniano, será apresentado um vídeo com as obras, serviços e programas desenvolvidos nesta gestão. Outro tema em pauta são os critérios que nortearam o lançamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) para 2017. Conforme o superintendente de Relações com a Comunidade, Laércio de Morais, o objetivo é explicar detalhadamente como o governo municipal está fazendo justiça social, corrigindo as distorções que perduravam em vários setores da cidade. Além do prefeito Beto Preto, a audiência pública terá a presença do secretário da Fazenda, Marcello Augusto Machado, e de todos os demais secretários, superintendentes e diretores.
Aprovação As contas do prefeito de Apucarana, Beto Preto (PSD), referentes ao exercício de 2014, receberam parecer prévio pela sua regularidade. O parecer unânime da Primeira Câmara do TCE-PR seguiu recomendação do relator, o Conselheiro Ivens Linhares. Vale ressaltar que as contas de 2013 já foram aprovadas.
Repatriação A mobilização dos prefeitos ligados à Frente Nacional de Prefeitos (FNP) junto ao Executivo e ao Judiciário alcançou o êxito almejado. A informação foi dada ontem ao prefeito Beto Preto pela diretoria da FNP. Apucarana foi uma das primeiras cidades do País a obter liminar, obrigando a União a fazer o depósito destes recursos.
Repasse já “O Governo Federal reconheceu o direito dos municípios e anunciou que fará o depósito dos recursos arrecadados com a multa da repatriação, conforme os critérios do FPM”, anuncia Beto Preto. Segundo ele, a meta da Frente Nacional de Prefeitos, a partir de agora, é garantir o recebimento destes recursos ainda neste ano.
Eleição na Amuvi Alguns membros da chapa do prefeito de São João do Ivaí, Fábio Hidek Miura (PSC), ainda estão se perguntando como ele foi derrotado por 14 votos a 11 pelo prefeito de Apucarana, Beto Preto, na eleição de sábado da presidência da Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (Amuvi).
Contrário É que a chapa do prefeito Fábio Hidek tinha 13 integrantes e a do prefeito Beto Preto, 12 componentes. Hidek esperava vencer a disputa por 13 votos a 12 ou haveria empate, mas deu o contrário. Beto Preto venceu por 14 votos a 11, o que significa que dois de Hidek mudaram o voto.
Articulação Alguns dos integrantes da chapa de Fábio Hidek avaliam que houve “traição” de dois prefeitos. Outros consideram que, na verdade, prevaleceu o maior poder de articulação política de Beto Preto em convencer os prefeitos de que sua candidatura era a mais viável para o Vale do Ivaí.
No apoio O prefeito de Faxinal, Adilson Silva Lino (PDT), que está encerrando seu segundo mandato, colocou seu nome à disposição dos futuros prefeitos do Vale do Ivaí, na reunião da Amuvi, para auxiliá-los no que for possível. Adilson, que já presidiu a Amuvi, disse que é um municipalista convicto.
Diplomação O juiz da 179ª Zona Eleitoral de Apucarana, dr. José Roberto Silvério, preside hoje às 17 horas, no salão do Tribunal do Júri do Fórum Desembargador Clotário Portugal, a cerimônia de diplomação dos prefeitos, vices e vereadores eleitos de Cambira e Novo Itacolomi.
Sessões A Câmara de Vereadores de Apucarana fará três sessões hoje. Pela manhã serão realizadas uma sessão extraordinária para votação de projetos de lei e outra específica para votação do orçamento do município, ambas em segunda discussão. À noite acontece a sessão ordinária.
Assembleia A Associação dos Municípios do Paraná (AMP) promove assembleia geral hoje, às 10 horas, na sua sede em Curitiba. Estão sendo convidados todos os atuais prefeitos. O principal assunto da pauta é a prorrogação de mandato da atual diretoria e prestação de contas do exercício de 2016.
Vapt Vupt
As delações do empresário Cláudio Melo Filho, ex-diretor da Odebrecht, causam pânico em Brasília.
A correria de políticos citados para se defenderem das delações de Melo Filho tem sido grande.
Cumprindo agenda ontem, em Curitiba, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, evitou falar em crise política.
De delação em delação, o STF e a Lava Jato ainda vão achar muita coisa errada na política nacional.