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Cafeicultura faz história de Apucarana

Da Redação

| Edição de 24 de novembro de 2022 | Atualizado em 24 de novembro de 2022
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Apucarana sediou ontem a solenidade estadual de premiação do Café Qualidade Paraná. Autoridades e cafeicultores de todo o Paraná lotaram as dependências do Cine Teatro Fênix. O prefeito anfitrião Júnior da Femac (foto), do PSD, ao lado do secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, se manifestou entusiasmado com o evento. Ele saudou a todos e lembrou que o Município de Apucarana, a exemplo de diversos outros do Norte do Estado, surgiu com a chegada de pioneiros paulistas, mineiros e de imigrantes, que derrubaram matas para formar cafezais. Junior da Femac também mencionou o bom momento sócio econômico vivenciado por Apucarana no cenário paranaense. “A cidade está em pleno emprego e atraindo novos empreendimentos. E, em relação ao café, destaco o trabalho dos cafeicultores que ajudaram a formar Apucarana”, citou. 

Projeto da Copel aprovado 

A Assembleia Legislativa do Paraná confirmou nesta quinta-feira a aprovação, por 36 votos a 13, do projeto enviado à Casa na segunda-feira pelo governador Ratinho Júnior (PSD) que autoriza o Estado a vender as ações da Copel. A proposta transforma a Copel em companhia de capital disperso sem acionista controlador, promovendo uma oferta pública das ações ordinárias e certificados de depósito de ações. Deputados também aprovaram em segundo turno a reforma administrativa. Projetos seguem agora para sanção do governador Ratinho Junior (PSD).

Requião Filho é contido

O deputado Requião Filho (PT) foi contido por parlamentares, entre eles Arilson Chiorato (PT), na sessão da Assembleia Legislativa do Paraná, ontem, quando era votado o projeto de lei que autorizou o governo a vender parte das ações da Copel. Em um discurso inflamado em que criticou o posicionamento dos deputados favoráveis ao projeto, o parlamentar insinuou que alguns dos pares seriam cachorros. Após a manifestação, Requião Filho se dirigiu ao líder do governo na Alep, deputado Marcel Micheletto (PL). Neste momento, deputados o seguraram para evitar um confronto. 

Com Forças Armadas

Após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitar ação que contestava sua derrota eleitoral no segundo turno, o presidente Jair Bolsonaro (PL) convocou uma reunião com os comandantes das Forças Armadas no Palácio da Alvorada, na manhã desta quinta-feira. Estiveram presentes também ministros e o candidato a vice-presidente, general Braga Netto. A avaliação de generais do Exército é de que o caminho do presidente para contestar a decisão de Moraes, que multou o PL e bloqueou o fundo partidário da sigla e dos aliados Progressistas e Republicanos, é interpor recursos no próprio TSE ou no Supremo Tribunal Federal.

Lula busca generais

O gabinete de transição do presidente eleito Lula (PT) buscou contato com oficiais-generais que passaram por cargos de chefia nas Forças Armadas, não só em governos petistas, mas também na antiga cúpula militar da gestão Bolsonaro. Interlocutores já estabeleceram canais com ex-comandantes, como Edson Leal Pujol, do Exército, e o ex-ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva. Um conselheiro que atua nas tratativas disse que todos os ex-comandantes estão sendo procurados. Lista inclui o brigadeiro Bermudez, da FAB, e o almirante Barbosa Junior, da Marinha.