Com um orçamento anual de pouco mais de R$ 30 milhões, o experiente prefeito de Kaloré, Washington Luiz da Silva (PSD), montou uma excelente equipe de técnicos e conseguiu nada mais, nada menos do que R$ 80 milhões em recursos junto ao Governo do Estado para transformar a cidade em um verdadeiro canteiro de obras. Convênios assinados, projetos bem feitos e dinheiro liberado à medida do avanço das obras. Para conseguir este feito e tanto, Washington, que é empresário e prefeito pela terceira vez, não só levou projetos viáveis e bem elaborados, como também não deu trégua aos órgãos governamentais para viabilizar as obras pleiteadas. Poucos municípios conseguem em pouco tempo, em um ano e meio de gestão, obter quase o triplo de seu orçamento anual em recursos governamentais com contrapartida de apenas 5%, sem dizer que as empreiteiras têm de recolher o ISS (Imposto Sobre Serviços) nos cofres da Prefeitura que, no caso de Kaloré, equivale a 3%, significando que o desencaixe do município fica em apenas 2% do montante conseguido.
Ratinho Junior e Greca reunidos
Nesta terça-feira, o ex-prefeito de Curitiba e candidato do MDB ao governo do Estado, Rafael Greca aquiesceu a um convite do governador Ratinho Jr (PSD) e foi ao encontro dele para tratar da eleição de outubro. Ratinho tentou de todas as formas convencer Greca a aceitar ser o vice de Sandro Alex, mas não teve muito êxito na conversa. No entanto, não se pode dizer que a resposta de Greca foi definitiva. Tudo ainda pode mudar.
Pressão interna no MDB do Paraná
As principais lideranças do MDB paranaense estão em constantes articulações para convencer o ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, a aceitar a composição com o PSD e aceitar a vice de Sandro Alex. Esta semana pode ser decisiva para o desfecho da situação, de um jeito ou de outro. Por ora, Greca se mantém irredutível, mas suportar a pressão dentro do próprio partido pode demovê-lo a aceitar o acordo.
Implodir o Podemos?
Se continuar a desavença entre o deputado estadual Do Carmo, vice-presidente estadual do partido, e o deputado federal Felipe Francischini, o presidente de fato do Podemos no Paraná corre-se o risco de causar uma implosão na sigla, já que Do Carmo estaria convencendo outros parlamentares a se rebelarem contra o acordo firmado por Felipe com o candidato do PL ao governo, senador Sergio Moro. A decisão final pode vir do comando nacional.
Base pede extraordinária I
Os seis vereadores que integram a base do prefeito Rodolfo Mota na Câmara Municipal (Moisés Tavares, Sidnei da Levelimp, Luciano Facchiano, Gabriel Caldeira, Pablo da Segurança e Tiago Cordeiro) enviaram ao presidente Danylo Acioli um pedido de convocação de sessão extraordinária para votar o pedido do Executivo para contrair um empréstimo de R$ 30 milhões junto à Caixa Econômica Federal.
Base pede extraordinária II
Regimentalmente, a maioria dos edis que compõem a Câmara Municipal pode exigir que o presidente convoque extraordinária para votar o projeto da Prefeitura. Mas como o relator Odarlone Orente ainda não emitiu parecer, a dúvida que fica no ar é se o projeto pode ir a plenário sem o parecer ou se a base, por ser maioria, pode nomear um relator tipo ad- hoc para fazer um parecer de urgência.