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Construção de barragens no PR

Da Redação

| Edição de 19 de novembro de 2015 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O deputado Felipe Francischini, do SD (foto), apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) para estabelecer normas e diretrizes de segurança a serem adotadas por proprietários ou responsáveis legais por barragens de qualquer natureza ou por depósitos de resíduos tóxicos industriais no território paranaense.

Imagem ilustrativa da imagem Construção de barragens no PR

“Diante dos desastrosos acontecimentos ocorridos recentemente, após o rompimento de uma barragem no município de Mariana (MG), faz-se necessário que o Legislativo paranaense tome medidas rápidas e eficazes, evitando que um acontecimento semelhante a este ocorra no Paraná”, justificou o deputado.

Produção de uva

Começou ontem por Marialva, Capital da Uva Fina, a primeira da série de reuniões de trabalho da Frente Parlamentar de Apoio à Cadeia Produtiva da Uva, constituída na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) por 25 parlamentares e coordenada pelo deputado Evandro Araújo (PSC). Segundo ele, serão agendadas reuniões nas principais regiões produtoras do estado – como o Norte Pioneiro, Norte Central, Sudoeste, Oeste e Região Metropolitana de Curitiba – para ouvir as demandas de produtores, sindicatos e associações representativas da atividade, além de Emater, Iapar e secretarias da Agricultura dos municípios.

Interpretação de leis

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado debateu ontem o projeto de lei PLS 349/2015 que trata sobre segurança jurídica e eficiência na criação e aplicação do direito público. A proposta, que está em análise no colegiado, quer garantir mais confiança em relação a novas leis, normas e interpretações judiciais. A senadora Simone Tebet (PMDB-MS), que é relatora do projeto, destacou que, desde a criação da Constituição, aumentaram as dúvidas sobre direitos e deveres, pois órgãos diferentes têm interpretações distintas sobre a lei.

Tratado de Marrakesh

O Plenário do Senado aprovou ontem o Tratado de Marrakesh para ampliar o acesso a obras publicadas no formato indicado para pessoas cegas, com deficiência visual ou dificuldades para ler texto impresso. O tratado foi concluído junto à Organização Mundial de Propriedade Internacional, e assinado no Marrocos em 2013. Segundo a relatora na Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Projeto de Decreto Legislativo (PDL 347/2015), senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), menos de 5% das obras publicadas no mundo estão disponíveis em formato apropriado para pessoas com deficiência, que não têm acesso à educação, ao desenvolvimento pessoal e ao trabalho em igualdade de oportunidades.

Imóveis atrasados

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (18) proposta que obriga as incorporadoras de imóveis a indenizar o comprador se não concluírem a construção do edifício ou atrasarem a obra sem justificativa. Pelo texto aprovado, que segue para análise do Senado, essa indenização será mensal, em valor correspondente ao do aluguel que teria a unidade adquirida. O projeto original (PL 3019/08) é de autoria do ex-deputado Antonio Bulhões.