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Tempo de votação

Da Redação

| Edição de 22 de setembro de 2016 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Nas eleições do próximo dia 2 de outubro, o tempo médio de votação não deverá ultrapassar um minuto, tendo em vista que a escolha recai apenas sobre os cargos de prefeito e vereador. Os candidatos a prefeito são identificados por dois dígitos, já os vereadores, por cinco. A expectativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi feita com base em dados de eleições municipais anteriores. Em 2012, o tempo médio foi de 40 segundos. Nas eleições municipais de 2008, cada eleitor levou 31 segundos, em média, para fazer sua opção. Esse é o tempo calculado a partir do momento em que o eleitor se dirige à urna até o instante em que confirma o voto no segundo cargo (prefeito). Para facilitar e agilizar o tempo de votação, a Justiça Eleitoral incentiva os eleitores a levarem os números de seus candidatos anotados em papel, a chamada ”cola eleitoral”.

Com Beto Preto O secretário de Estado Ratinho Júnior fez campanha ontem em favor do candidato à reeleição Beto Preto (PSD) em Apucarana. Ele percorreu vários municípios do Vale e chegou de helicóptero no campo do Colégio São José, sendo recebido pelo candidato a vice, Júnior da Femac (PDT), e empresário Aldivino Marques.

Saldo de obras Em Apucarana, Ratinho Júnior enalteceu o saldo de obras, serviços e programas realizados pelo prefeito Beto Preto. “O trabalho do prefeito de Apucarana recebe elogios em todo o Paraná, sendo reconhecido como um dos melhores gestores na atualidade”, assinalou o secretário, reafirmando apoio à sua reeleição.

Partido Ratinho Júnior disse que o ingresso do prefeito Beto Preto no Partido Social Democrático (PSD) foi uma das principais conquistas da agremiação em todo o Paraná. “Com certeza Beto Preto, pela aprovação de sua administração, terá um dos maiores percentuais de votação nestas eleições”, avaliou Ratinho Junior.

Liberada Por 7 votos a zero, a Corte do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) acatou anteontem à noite recurso da defesa e liberou o registro da candidata a prefeita de Cruzmaltina, Luciana Bueno (PSDB). O registro havia sido indeferido por ausência do nome do candidato a vice Cícero Vieira (PSDB) na ata enviada ao Cartório Eleitoral.

Campanha Segundo a coligação “Compromisso, Trabalho e Fé”, da candidata a prefeita Luciana Bueno, em Cruzmaltina, com a decisão favorável do TRE-PR agora não há nada que a impede de seguir em frente com sua campanha. “Aliás, nossa campanha não parou, porque estávamos confiantes na Justiça Eleitoral”, disse Luciana.

Segunda via Termina hoje o prazo para as pessoas requisitarem a segunda via do título de eleitor, visando estar com o documento em mãos nas eleições do dia 2 de outubro. Mas este pedido só pode ser feito no cartório do próprio domicílio eleitoral. O título não é obrigatório na hora de votar, mas facilita o processo e diminui riscos.

Revoltado I O vereador Vladimir da Silva (PDT), de Apucarana, se mostrou bastante revoltado na sessão de anteontem com a empresa Telefônica, que opera serviço de telefonia fixa e móvel na cidade. É que a operadora não atendeu ao seu pedido para ampliação do serviço nos bairros Jaçanã, Sumatra e Afonso Camargo.

Revoltado II A revolta de Vladimir da Silva é quanto à resposta dada pela Telefônica ao seu pedido de ampliação do serviço de telefonia nos bairros citados. A empresa alega que se trata de área rural e por isso tal atendimento não é obrigatório. “Desde quando o Jaçanã, o Sumatra e o Afonso Camargo são áreas rurais?”, indaga o vereador.

Sessão rápida A sessão ordinária da Câmara de Apucarana foi bastante rápida, já que havia apenas um requerimento para ser votado e os vereadores abriram mão das suas explicações especiais no primeiro e no segundo expediente. O presidente da Casa, José Airton Deco de Araújo (PR), antecipou que a próxima sessão terá pauta cheia.

Projeto Membros do grupo Cristãos pelo Brasil estiveram na sessão da Câmara para saber como está o trâmite do projeto de lei de iniciativa popular que reduz os subsídios dos vereadores para a próxima Legislatura. “Parece que está engavetado”, disse André Romagnolli, membro do grupo, que pediu informações a um vereador e não obteve resposta.

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