O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), firmou convênio para a instalação e funcionamento de seções eleitorais em estabelecimentos penais e unidades de internação de adolescentes nas eleições municipais que serão realizadas no dia 2 de outubro deste ano. O convênio foi assinado pelo presidente do TRE-PR, desembargador Luiz Fernando Tomasi Keppen. De acordo com o órgão, as seções de votação serão instaladas nas unidades penais de Araucária, São José dos Pinhais, Piraquara, Maringá, Londrina, Foz do Iguaçu e Cruzeiro do Oeste. A Justiça Eleitoral informa que criará as seções especiais e ficará responsável pela transferência do cadastro eleitoral dos detentos até dia 4 de maio. Os mesários que trabalharão neste processo especial serão nomeados a partir de uma listagem de servidores fornecida pelos órgãos conveniados.
TREM PÉ VERMELHO
O projeto do Trem Pé Vermelho – ferrovia de passageiros que ligará as regiões metropolitanas de Londrina, Apucarana e Maringá – está mais perto de ser concretizado. Três consórcios de empresas demonstraram interesse em realizar os estudos de viabilidade e acabam de apresentar propostas dentro do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) do projeto. Os grupos são formados por empresas nacionais e internacionais do setor ferroviário.
PROPOSTAS
As propostas para implantação do Trem Pé Vermelho serão analisadas pelo Conselho Gestor de Concessões (CGC) até o fim de março. Após a análise, os nomes das empresas de cada consórcio serão divulgados. A expectativa é de que, caso haja uma ou mais propostas aprovadas, seja possível abrir uma licitação do projeto dentro de um ano.
BETO DEFENDE
O prefeito de Apucarana, Beto Preto (PT), sempre foi um dos maiores incentivadores do projeto e tem se manifestado constantemente a favor desta alternativa ferroviária. “O Trem Pé Vermelho ajuda a consolidar a grande metrópole linear do Norte do Paraná”, assinala ele.
PROJETO VIÁVEL
O projeto do Trem Pé Vermelho foi considerado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como o de maior viabilidade entre 14 trechos estudados em todo o País. A previsão é de que sejam transportados mais de 36 mil passageiros por dia. Vale lembrar que as discussões sobre o Trem Pé Vermelho vêm desde o governo de José Richa, em 1983.
LÍDER EXPLICA
O líder do prefeito na Câmara de Apucarana, vereador Luiz Cordeiro Magalhães (PT), compareceu à segunda sessão extraordinária ontem à tarde. Ele fez questão de explicar como se consolidou o projeto de lei encaminhado pelo prefeito Beto Preto que eleva os salários do funcionalismo. Na sua ausência, na sessão de anteontem, quem deu as explicações foi o vereador José Eduardo Antoniassi (PSDB), o que gerou polêmica.
COMO FOI FEITO
O vereador Luiz Magalhães explicou na sessão de ontem que, juntamente com o prefeito Beto Preto, participou de reuniões com membros do sindicato dos servidores municipais de Apucarana e com a equipe técnica da Prefeitura, para somente depois de muita discussão se chegar aos índices de revisão anual dos salários. Magalhães destacou o diálogo que existe hoje entre prefeito e sindicato.
SESSÃO TRANQUILA
Ao contrário do que ocorreu no dia anterior, a sessão extraordinária da Câmara de Apucarana, realizada ontem à tarde, transcorreu de maneira tranquila, sem qualquer discussão no plenário. Na outra houve bate boca entre os vereadores Alcides Ramos Júnior (DEM) e José Eduardo Antoniassi (PSDB). Alcides nem compareceu à reunião de ontem, que durou cerca de vinte minutos.
CIDA DE VOLTA AO PP
A vice-governadora Cida Borghetti pode voltar ao PP (Partido Progressista), que deixou em 2013 para se filiar ao então recém-criado Partido Republicano da Ordem Social (PROS). Depois de perder o controle da sigla, ela deixou a legenda recentemente, e no momento está sem partido. As negociações para o seu retorno à antiga sigla foram confirmadas ontem pelo seu marido, deputado federal Ricardo Barros (PP).
DESTINO DE BARROS
Já o outro integrante do “clã” dos Barros, o secretário de Estado do Planejamento, Silvio Barros, que recentemente deixou o pequeno PHS em busca de uma legenda mais robusta para disputar a Prefeitura de Maringá, está em negociações com o PMDB, que hoje sofre um racha por causa de desavenças entre deputados e os ex-governadores Roberto Requião e Orlando Pessuti. Ele também tem convite para se filiar ao PP.