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Dólar segue mercado internacional e sobe para R$ 5,43

(via Agência Brasil)

| Edição de 18 de agosto de 2025 | Atualizado em 18 de agosto de 2025

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Em um dia marcado pela pressão nos mercados internacionais, o dólar voltou a subir, ultrapassando novamente a marca de R$ 5,40. Enquanto isso, a bolsa de valores, impulsionada por dados internos, registrou uma valorização de quase 1%, superando os 137 mil pontos.

O dólar comercial fechou esta segunda-feira (18) cotado a R$ 5,435, apresentando uma alta de R$ 0,036, ou 0,68%. A moeda operou em alta durante todo o dia, consolidando a tendência de valorização à tarde. No pico do dia, por volta das 15h40, o dólar chegou a R$ 5,44.

Apesar da alta registrada nesta segunda-feira, a moeda norte-americana acumula uma queda de 2,97% em agosto. No ano de 2025, o dólar apresenta uma desvalorização de 12,07%.

Recuperação no Mercado de Ações

Contrariando o movimento do câmbio, o mercado de ações teve uma segunda-feira de recuperação. Após três quedas consecutivas, o índice Ibovespa, da B3, encerrou o dia aos 137.322 pontos, com uma alta de 0,72%.

A força do dólar foi sentida globalmente, em meio às negociações sobre a Guerra na Ucrânia. A moeda se valorizou frente às principais divisas mundiais, mas o aumento foi mais acentuado em relação ao real, que vinha se apreciando nos últimos dias.

Impacto da Inflação e Expectativas de Juros

Na bolsa de valores, a notícia de que a estimativa de inflação para 2025, feita por instituições financeiras, caiu para menos de 5% pela primeira vez, impulsionou a alta das ações. Isso porque, com a inflação sob controle, aumentam as chances de o Banco Central (BC) reduzir os juros no início do próximo ano.

Juros mais baixos tendem a estimular a migração de investimentos da renda fixa, como títulos do Tesouro Nacional, para o mercado de ações. Além disso, o IBC-Br, indicador do BC que serve como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), registrou uma queda de 0,1% em junho, indicando que o aperto monetário dos últimos meses está desacelerando a economia.

*com informações da Reuters

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Com informações da Agência Brasil