A seleção brasileira masculina de futebol está pronta para enfrentar o Chile com quatro atacantes no penúltimo jogo das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. O confronto acontece na noite desta quinta-feira (4), no Maracanã. O técnico italiano Carlo Ancelotti, em entrevista coletiva nesta quarta-feira (3), afirmou que deseja ver a equipe jogando de forma ofensiva, mas sem descuidar da defesa. Para isso, ele optou por manter o mesmo esquema tático utilizado na última partida contra o Paraguai. Já classificado, o Brasil enfrenta o Chile às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, no Rio de Janeiro, pela 17ª rodada das Eliminatórias. A partida será transmitida pela Rádio Nacional.
“Saímos do jogo contra o Paraguai muito contentes, satisfeitos, penso que o time jogou muito bem, teve boa atitude, ofensiva, defensiva, intensidade. É o que queremos fazer no jogo de amanhã, jogar intenso, ser forte defensivamente, fazer uma boa pressão ofensiva, jogar rápido com bola. Acho que se pode repetir o jogo contra o Paraguai para que a torcida possa estar contente com nosso jogo”, afirmou Ancelotti.
O ataque brasileiro deve começar com Raphinha, Estêvão, João Pedro e Gabriel Martinelli. O quarteto atuou junto na tarde de terça (2), no primeiro treino com todos os convocados. No mesmo time estavam Alisson, Wesley, Marquinhos, Gabriel Malhalhães e Douglas; Casemiro e Bruno Guimarães.
"Testei quatro atacantes no treino. A ideia é jogar sem mudar muito o que foi no jogo contra o Paraguai. Vou colocar muitos atacantes, mas o importante é que o time não perca equilíbrio e defenda bem", projetou o técnico italiano.
Ancelotti adiantou o posicionamento de alguns atacantes na armação das jogadas.
“O João Pedro pode jogar como número 10 ou como centroavante. No jogo de amanhã [quinta, 4 de setembro], vai jogar como centroavante. Atrás dele tenho que pensar quem colocar, pode ser Estêvão, pode ser Raphinha também”, disse o técnico. “O Estêvão tem muita qualidade e pode jogar também por dentro. Como estamos vendo nos treinos. Raphinha, Vinicius, Martinelli, também jogam muito bem por dentro. É o que pede o futebol moderno”, concluiu.
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Com informações da Agência Brasil