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Itália pode encurtar distância para Espanha

Gazeta Press

| Edição de 03 de junho de 2017 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Juventus e Real Madrid na decisão da Liga dos Campeões não é algo que será inédito e todos irão ver pela primeira vez hoje. Isso porque, o duelo previsto para o País de Gales, é uma reedição da final de 1998. Naquela ocasião, a Velha Senhora acabou tendo que se contentar com o vice, pois os merengues ganharam por 1 a 0 e deram a volta olímpica.

Naquela tarde de 20 de maio de 1998, em Amsterdã, na Holanda, o Real, dirigido pelo italiano Marcello Lippi, tinha o brasileiro Roberto Carlos, Seedorf, ex-Botafogo, e Raúl como destaques. Já a Juventus do alemão Jupp Heynckes apostava suas fichas no genial meia francês Zidane, por curiosidade atual treinador merengue, e na eficiência de nomes como o zagueiro francês Deschamps e o artilheiro italiano Del Piero.
A partida foi muito equilibrada, porém, decidida aos 22 minutos do segundo tempo, quando Roberto Carlos chutou cruzado, a bola bateu na zaga e sobrou para Mijatovic, que driblou o goleiro Peruzzi e empurrou para o fundo das redes.
Esse foi um dos títulos do Real Madrid, que já deu a volta olímpica em 11 ocasiões (1955–56, 1956–57, 1957–58, 1958–59, 1959–60, 1965–66, 1997–98, 1999–00, 2001–02, 2013–14 e 2015–16), sendo inclusive o atual campeão após bater o Atlético de Madrid nos pênaltis na final passada, que terminou empatada por 1 a 1 no tempo regulamentar. Já a Juventus ganhou o caneco apenas duas vezes, em 1984–85 e 1995–96.
Na disputa entre os países, a Espanha pode disparar como país mais vitorioso, alcançando seu 17º troféu, ampliando para cinco a vantagem em relação à Itália, sua perseguidora mais direta, assim como a Inglaterra, ambas com 12 canecos. 
Em termos de disputa de títulos entre clubes, o Real pode disparar, pois já soma 11 taças.