O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, apresentou ao presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Gianni Infantino, o marco regulatório completo da Copa do Mundo Feminina de 2027, sancionado recentemente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro ocorreu em Miami, nos Estados Unidos.
Durante a reunião, Cordeiro destacou o progresso das ações para a realização do evento no Brasil, com a conclusão das inspeções técnicas nas oito cidades-sede do torneio. As cidades confirmadas são: Rio de Janeiro (Maracanã), Salvador (Casa de Apostas Arena Fonte Nova), São Paulo (Neo Química Arena), Belo Horizonte (Mineirão), Brasília (Arena Mané Garrincha), Fortaleza (Arena Castelão), Porto Alegre (Beira-Rio) e Recife (Arena de Pernambuco).
"O Brasil está cumprindo todos os compromissos assumidos desde a candidatura. A sanção do marco regulatório representa um passo decisivo para garantir segurança jurídica, organização e excelência na realização do torneio. Estamos construindo as condições para fazer da Copa do Mundo Feminina de 2027 um marco para o esporte brasileiro e para o futebol feminino mundial", afirmou o ministro, em comunicado enviado pelo Ministério do Esporte.
Infantino expressou confiança no sucesso do evento, afirmando que "teremos um impacto mundial incrível, que vai mudar o esporte feminino, porque será no Brasil. Fifa e Brasil estão juntos nessa missão".
A Copa Feminina será realizada entre 24 de junho e 25 de julho de 2027. Além do Brasil, mais dez seleções já estão confirmadas. Seis delas se classificaram através da Copa da Ásia: Austrália, China, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Filipinas e Japão. A Nova Zelândia garantiu sua vaga nas eliminatórias da Oceania e a Alemanha foi a primeira a se classificar na Europa.
Na América do Sul, Argentina e Colômbia asseguraram suas vagas, restando ainda uma rodada para o fim da Liga das Nações, eliminatória da Conmebol que definirá os dois países classificados ao Mundial e outros dois que disputarão uma repescagem internacional, prevista para ocorrer entre novembro e fevereiro. Venezuela, Equador, Paraguai e Peru ainda estão na disputa.
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Com informações da Agência Brasil