Se confirmar seu favoritismo e conquistar a reeleição no pleito da próxima segunda-feira, o presidente Eduardo Bandeira de Mello deverá colocar em prática um plano de diminuir o poder do treinador em termos de contratação de reforços.
Isso porque a ideia é que os dirigentes façam uma análise do mercado, com opções disponíveis e viáveis, e depois analise em conjunto com a comissão técnica. Isso evitaria que alguns atletas contratados apenas pelo desejo do treinador se tornem um problema caso o mesmo seja demitido ou peça demissão antes do término de seu contrato.
Atualmente o Flamengo conta em seu plantel com jogadores indicados, por exemplo, por Vanderlei Luxemburgo e que não contavam com a admiração de Oswaldo de Oliveira, atualmente no cargo. Isso sem falar que entre os dois teve a passagem quase que relâmpago de Cristóvão Borges.
Uma prova dessa estratégia é que a diretoria já está em negociações avançadas com alguns jogadores mesmo sem sequer ter definido o nome do futuro treinador.
O técnico Muricy Ramalho, sem clube desde que deixou o São Paulo, e o argentino Edgardo Bauza, que está se desligando do San Lorenzo, são os mais cotados. Independentemente do nome, quando esse profissional for apresentado alguns reforços para 2016 estarão contratados.