Nas primeiras reuniões como coordenador de futebol do São Paulo, Ricardo Rocha tratou de se atualizar sobre a situação do clube no mercado. E além de incentivar a aposta na base, o ex-zagueiro considera a manutenção de Hernanes no elenco como alvo prioritário.
O meia está emprestado até 30 de junho de 2018 e, segundo Ricardo, em entrevista ao SporTV, o Hebei China Fortuna gostaria de antecipar o retorno para o início desta temporada.
"O mais importante é a permanência do Hernanes, que foi fundamental. É isso que o Raí [diretor-executivo de futebol] quer. A princípio o clube chinês quer levá-lo agora, mas o contrato é até o meio do ano e ele quer ficar. Por tudo que ele jogou, e o Tite gosta dele, ele pode buscar uma posição [na Seleção Brasileira] se ficar. O Raí está conversando e tentando reverter. O Hernanes quer ficar", explicou o coordenador são-paulino.
Se no caso de Hernanes é preciso agir rápido para não perder o grande nome do time em 2017, o São Paulo é mais paciente na busca por novos reforços.
Depois de manter o volante Jucilei e o lateral-esquerdo Edimar e comprar o goleiro Jean, o clube tricolor aguarda para ter Diego Souza. O meia-atacante já aceitou as condições oferecidas pelo clube paulista, mas é necessário entrar em acordo com o Sport.
"Foi muito pouco tempo que tive com o Raí. Tem uma proposta para o Diego e ele ficou de conversar com o Sport pra resolver. A princípio, ele aceitou a proposta."
PALMEIRAS - O mercado da bola deste fim de 2017 trouxe uma mudança significativa na postura do Palmeiras em relação às contratações recentes.
Embora tenha concretizado nomes conhecidos como Lucas Lima e Weverton, o clube alviverde se mostrou mais cirúrgico em duas questões: priorizar as posições mais carentes e segurar altos investimentos, ao contrário do que foi adotado desde a chegada da Crefisa como patrocinador principal.
Financeiramente saudável, o Palmeiras evitou qualquer consulta à empresa de Leila Pereira e José Roberto Lamacchia, que também são conselheiros do clube.
Dos cinco nomes contratados até aqui (Marcos Rocha, Lucas Lima, Emerson Santos, Weverton e Diogo Barbosa), a diretoria do clube alviverde pagou pelas transferências apenas dos dois últimos, e sem contar qualquer colaboração da patrocinadora.