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Chuvas em São Paulo deixam feridos e suspendem operação de montadora

(via Agência Brasil)

| Edição de 23 de setembro de 2025 | Atualizado em 23 de setembro de 2025

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As intensas chuvas e vendavais que atingiram o estado de São Paulo na segunda-feira (22) resultaram em um cenário de destruição e prejuízos significativos. A Defesa Civil registrou 33 ocorrências, contabilizando 24 feridos, oito desabrigados e 33 desalojados em diversas regiões.

Entre os principais incidentes estão alagamentos, quedas de árvores, desabamentos e destelhamentos. Um dos casos mais graves ocorreu em Porto Feliz, onde o destelhamento de uma fábrica da Toyota deixou dez feridos e oito desabrigados.

Em comunicado, a montadora informou que as operações estão suspensas. "A empresa está acompanhando cuidadosamente a situação, oferecendo todo o suporte necessário aos colaboradores e parceiros que atuavam no local. Não há relatos de fatalidades", afirmou a nota.

Impacto nas operações

Um relatório de danos está sendo preparado para avaliar a extensão dos impactos. A produção na unidade foi interrompida, sem previsão de retomada das operações.

Outras ocorrências graves foram registradas em cidades como Rancharia, Ourinhos, Santa Fé do Sul, Presidente Prudente e Presidente Venceslau, envolvendo vendavais, destelhamentos e queda de árvores. Em Dracena, uma árvore caiu sobre um veículo, deixando duas vítimas. Já em Osasco, o telhado de três residências desabou, desalojando três famílias.

Prejuízos

Além disso, a Defesa Civil destacou municípios como Nova Odessa, Guarulhos, Bariri, Jaú, Peruíbe, Marília, João Ramalho, Sorocaba, Santos, Praia Grande, São José dos Campos e Franco da Rocha, que enfrentaram quedas de árvores, desabamentos e destelhamentos.

A prefeitura de São Paulo informou que coordena ações de zeladoria em toda a cidade, com equipes nas ruas removendo 41 árvores, enquanto outras 19 aguardam o desligamento da rede elétrica.

O Gabinete de Crise das Chuvas (GCC) anunciou que uma massa de ar frio de origem polar deve derrubar as temperaturas, mas não há expectativa de chuvas significativas, apenas garoa.

Com a redução do risco imediato e a estabilização do cenário, a Defesa Civil encerrou o Gabinete de Crise das Chuvas, mas continua monitorando e prestando apoio aos municípios afetados pelo mau tempo.

Estagiário sob supervisão de Eduardo Luiz Correia

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Com informações da Agência Brasil