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Explosão em SP: 86 imóveis são liberados para retorno das famílias

(via Agência Brasil)

| Edição de 13 de maio de 2026 | Atualizado em 13 de maio de 2026

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Após uma explosão que abalou o bairro do Jaguaré, em São Paulo, as equipes da Defesa Civil e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) realizaram vistorias em 105 imóveis. Desses, 86 foram liberados para o retorno das famílias, enquanto cinco foram completamente interditados e outros 14 receberam interdição cautelar.

O incidente, que ocorreu devido à explosão de uma tubulação de gás da Comgás, mobilizou a Sabesp e a Comgás, que acompanharam as inspeções para avaliar danos e ressarcir eventuais prejuízos das famílias afetadas. As vistorias nos imóveis das ruas adjacentes continuarão na manhã desta quarta-feira (13).

Classificação dos Imóveis

Os imóveis foram classificados em quatro categorias de risco. Na categoria Verde, os imóveis estão liberados para retorno imediato das famílias, como no caso das 86 residências. Na categoria Amarelo, as famílias podem retirar seus pertences. Já na categoria Laranja, a retirada de roupas e pertences deve ser acompanhada pela Defesa Civil, envolvendo 14 residências. Por fim, na categoria Vermelho, as residências estão totalmente interditadas devido ao alto risco de desabamento, afetando cinco imóveis.

Histórico do Acidente

A explosão, que ocorreu por volta das 16h de segunda-feira (11), atingiu a Comunidade Nossa Senhora das Virtudes II, resultando na morte de um homem de 49 anos e ferindo outras três pessoas. Inicialmente, 46 casas foram interditadas. Moradores relataram ter sentido um forte cheiro de gás cerca de três horas antes do acidente.

Desde então, as equipes da Defesa Civil e das concessionárias têm trabalhado intensamente nas vistorias. Segundo informações da Sabesp e Comgás, até a tarde de ontem, 194 pessoas foram cadastradas para receber auxílio emergencial, que foi ampliado para R$ 5 mil. As famílias também estão sendo acolhidas em hotéis.

Assistência Médica

Das três pessoas feridas, uma foi atendida no Hospital Universitário da USP, outra permanece em estado estável no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, e a terceira está em estado grave no Hospital Regional de Osasco.

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Com informações da Agência Brasil