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Ministro da Justiça diz que buscas por desaparecidos continuam

Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil (via Agência Brasil)

| Edição de 14 de junho de 2022 | Atualizado em 14 de junho de 2022

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, disse hoje (14) que a área onde desapareceram o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips é uma região complicada e extremamente distante de Manaus, capital do Amazonas, mas as buscas pelos dois continuam. Segundo Torres, desde o primeiro momento o governo federal disponibilizou as Forças Armadas, a Polícia Federal e a Fundação Nacional do Índio (Funai), que estão trabalhando em conjunto com os órgãos estaduais. Desde domingo (5) os dois estão desaparecidos.

Imagem ilustrativa da imagem Ministro da Justiça diz que buscas por desaparecidos continuam
Imagem ilustrativa da imagem Ministro da Justiça diz que buscas por desaparecidos continuam

“As buscas continuam. Como eu me comprometi. Estive com a ministra do Reino Unido nos Estados Unidos e me comprometi que tudo que estiver ao alcance do governo brasileiro será feito, e que nós não esgotaremos os trabalhos antes de esgotar todas as possibilidades de busca naquela região”, disse o ministro após a posse do superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, delegado Ivo Roberto Costa da Silva.

O ministro confirmou que amanhã, às 15h, participa da sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados para dar esclarecimentos sobre a morte de Genivaldo de Jesus Santos durante abordagem feita no dia 25 de junho por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-101, no município de Umbaúba, sul de Sergipe.

De acordo com o Instituto Médico Legal (IML) do estado, Genivaldo morreu de insuficiência aguda secundária a asfixia. No dia 29 de junho, o coordenador-geral de comunicação institucional da PRF, Marco Territo, disse que a abordagem feita pelos policiais não está de acordo com as diretrizes internas da corporação.

A convocação para o comparecimento do ministro foi aprovada na quarta-feira (1º). “A audiência está prevista para amanhã e estaremos lá às 15h para comentar sobre o acontecido”, disse Anderson Torres.