O serviço gratuito de recolhimento residencial de móveis e materiais domésticos inservíveis prestado pela Prefeitura de Apucarana ultrapassou a marca de 10.500 coletas. As solicitações agora são registradas de forma digital, tornando o atendimento mais ágil, eficiente e transparente. Em média, são 30 atendimentos diários e quatro caminhões carregados de materiais recolhidos.
“O serviço é rápido e gratuito. Não há justificativa para o descarte irregular. Temos tido uma resposta positiva da comunidade, que desta forma ajuda a cuidar do seu bairro, gerando ainda ganhos ambientais e contribuindo para uma cidade mais limpa, organizada e saudável, reduzindo locais que podem servir de abrigo para baratas, escorpiões e outros animais, além de evitar recipientes que possam acumular água e se transformar em criadouros do mosquito da dengue”, salientou o prefeito Rodolfo Mota.
Segundo Rodolfo Mota, a modernização do sistema foi fundamental para o sucesso do programa. “Antes, os pedidos eram registrados em papel e os protocolos ficavam armazenados em uma caixa, sem que o cidadão conseguisse acompanhar o andamento do atendimento. Hoje, tudo é gerenciado digitalmente dentro do sistema oficial da Prefeitura, garantindo mais organização, controle e transparência”, explicou.
De acordo com Wendel Metta, secretário municipal de Serviços Públicos, praticamente todas as solicitações chegam por meio do WhatsApp disponibilizado pela Prefeitura. Após o registro do protocolo, a equipe organiza a rota de atendimento e realiza a coleta em prazo que normalmente varia entre 24 horas e três dias, dependendo da demanda existente no período.
Entre os itens mais descartados pelos moradores, sofás e colchões lideram as solicitações, mas o leque é amplo. Televisores, máquinas de lavar, fogões, geladeiras, guarda-roupas, mesas e cadeiras também aparecem com frequência. “Tem de tudo. Às vezes a gente chega na casa da pessoa e já enche um caminhão só ali”, conta Metta.
A equipe realiza entre 20 e 30 atendimentos por dia, enchendo uma média de quatro caminhões nessas operações. “Isso significa que, somando o trabalho realizado desde o ano passado, foi dada destinação correta para mais de mil caminhões cheios de inservíveis”, calculou o secretário.
Os materiais recolhidos são levados ao pátio de máquinas da Prefeitura e, em seguida, encaminhados a um aterro sanitário cadastrado. Para os resíduos de madeira, como móveis em geral, a secretaria está em fase de licitação para comercializar o material com empresas que utilizam biomassa em caldeiras, o que deverá ampliar o aproveitamento sustentável dos inservíveis.