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Programa Feira Verde aumenta oferta de itens alimentícios

Da Redação

| Edição de 09 de abril de 2026 | Atualizado em 09 de abril de 2026

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O Programa Feira Verde, iniciativa da Prefeitura de Apucarana que troca recicláveis por alimentos frescos da agricultura familiar, já chegou a 55 bairros, 2.957 famílias participantes e recolheu 70 toneladas de materiais recicláveis neste ano. O balanço foi divulgado ontem pela administração, que está ampliando o alcance a iniciativa.

No ano passado, a iniciativa atendeu a 295 bairros e beneficiou diretamente 12.333 famílias. Segundo o prefeito Rodolfo Mota, o programa tem seu valor reconhecido pela gestão e pela população e está sendo aperfeiçoado. “Recentemente, com recursos de emenda parlamentar, a prefeitura adquiriu um caminhão-baú com refrigeração zero quilômetro para reforçar a logística de distribuição do programa”, diz Rodolfo Mota. O investimento foi na ordem de R$ 447 mil, sendo R$351.112,50 via Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab) e o restante contrapartida municipal.

O coordenador do programa, Willian Siqueira, confirma que a atual gestão, além de garantir a continuidade da política pública, realizou aperfeiçoamento do programa. “Avanços na logística e também na qualidade dos alimentos. Hoje, além dos itens tradicionais, ampliamos a variedade com posta de tilápia, queijo, mel e doce de leite, todos produtos adquiridos do pequeno produtor local, garantindo renda no campo com valorização da produção local e qualidade nutricional a quem consome”, comentou Siqueira.

O secretário municipal de Agricultura, Wendel Metta, falou da abrangência do Feira Verde que, desde o ano passado, já chegou a 352 bairros e beneficiou diretamente a mais de 15 mil famílias. “Se não houvesse uma iniciativa como essa, grande parte das mais 350 toneladas recolhidas desde janeiro do ano passado poderia acabar em fundos de vale ou nas ruas, gerando custos adicionais para o município e aumentando riscos como os casos de dengue.

O QUE PODE SER TROCADO

Segundo o coordenador Willian Siqueira, a população precisa se conscientizar sobre o que é trocado. “Algumas pessoas acabam levando materiais que não são recicláveis, como madeira, borracha, papel higiênico usado e até resíduos misturados ou garrafas PET com conteúdo dentro, tentando aumentar o peso. É importante reforçar que o programa aceita apenas plástico, papel, papelão, vidro e metal, dentro dos padrões estabelecidos”, orienta

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