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Saúde monitora casos importados de malária em Maringá

Da Redação

| Edição de 22 de dezembro de 2025 | Atualizado em 22 de dezembro de 2025

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A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) registrou nesta segunda-feira (22) três casos importados de malária no município de Maringá, na região Noroeste do Estado. Em resposta ágil, a pasta enviou 60 ampolas do medicamento Artesunato para Maringá e Londrina com o objetivo de garantir o tratamento adequado para as formas graves da doença. O medicamento saiu do Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, com apoio do Batalhão de Polícia Militar Operações Aéreas (BPMOA).

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, destacou a rapidez na mobilização dos recursos. “A agilidade em disponibilizar esses medicamentos para os municípios demonstra nosso compromisso com o atendimento imediato aos casos de urgência em saúde”, afirmou. O secretário Preto ressaltou, ainda, que a estrutura de vigilância epidemiológica do Paraná permite uma resposta rápida e eficiente a qualquer situação de risco à saúde pública.

O medicamento enviado, o Artesunato endovenoso, é o tratamento de primeira linha para a malária grave e complicada, causada tanto pelo Plasmodium falciparum quanto pelo Plasmodium vivax.

A Sesa reforça que o Paraná é considerado uma área livre de transmissão nativa (autóctone) da malária há mais de sete anos. Os casos registrados nesta semana são de pacientes que retornaram recentemente de uma viagem a Angola, país considerado endêmico para a malária.

Segundo levantamento preliminar da Sesa, um dos pacientes apresenta quadro clínico estável, enquanto outros dois estão em estado grave. A secretaria também monitora outros casos suspeitos, todos importados.