Na primeira sessão da Câmara de Apucarana com a nova formatação após a posse de dois novos vereadores - Lucas Leugi (PSD) (leia mais sobre a posse de Lucas à PAG 4) e Pablo da Segurança (Cidadania), realizada ontem, quatro projetos de lei e resolução foram aprovados pelos vereadores. A maior discussão, entretanto, girou em torno do projeto de lei de autoria do Executivo que trata da quebra do monopólio de alguns serviços da Autarquia Municipal de Serviços Funerários de Apucarana (Aserfa), que foi retirado de pauta pela terceira vez.
Antes da retirada de pauta, os vereadores aprovaram emenda ao projeto 115, de autoria do vereador José Airton Deco de Araújo (Agir). O vereador, que foi por quatro anos superintendente da autarquia incluiu no texto, a preparação de corpos entre as funções prioritárias da Aserfa.
O vereador Guilherme Livoti (União) sai em defesa da regulamentação proposta pelo projeto. “Atualmente existe um monopólio público. Eu particularmente defendo as privatizações e a redução da máquina pública, mas o monopólio é ainda pior, ele condena as pessoas a não terem escolha”, comentou.
O projeto foi retirado de pauta a pedido do vereador Lucas Leugi (PSD), que pediu mais tempo para se inteirar do projeto.
A sessão foi marcada também pela aprovação, em primeira discussão, de dois projetos de autoria do vereador Danylo Acioli (MDB). Um deles, o projeto de resolução 34, institui na Câmara Municipal de Apucarana, o Prêmio Atleta Destaque, a ser dado a atletas, paratletas, técnicos ou entidades que representem Apucarana. A matéria foi aprovada por 10 votos a um. O voto contrário foi do vereador Guilherme Livoti (União). O vereador também foi único voto contra ao projeto 99, que dispõe sobre concessão de atendimento prioritário aos doadores regulares de sangue em Apucarana, argumentando que não acha necessário dar prioridade a pessoas que, até por serem doadoras, estão em boas condições de saúde.
“Essa legislação vem como forma de de premiar as pessoas que fazem o bem e se dispõe a doar. Quem uem tem conhecimento do funcionamento do Hemonúcleo local sabe o quanto é difícil manter o nível de doações”, comentou o autor do projeto, Danylo Acioli.
A sessão foi conduzida pela vice-presidente Eliana Rocha (Solidariedade), que vai comandar a casa durante o mês de outubro, dentro da pauta do Outubro Rosa.