Este ano teremos dois católicos importantes que marcarão a presença da Igreja no mundo que são a XXXI Jornada Mundial da Juventude 2016, a ser realizada de 25 a 31 de julho, em Cracóvia (Polônia), cujo tema se insere no contexto do Ano Santo da Misericórdia que acontecerá em 08 de Dezembro, na solenidade da Imaculada Conceição.
No seu curto e profícuo pontificado, o Papa Francisco dá mostras de se preocupar, especialmente, com os pobres e os mais necessitados e a juventude e como diplomata busca a aproximação de nações conflitantes e outros credos religiosos com o objetivo único de que todos sejam um e, por longo tempo, sempre buscando reconhecer que o amor de Deus se doa e prevalece e se oferece gratuitamente.
Nada melhor que todos os irmãos convivam em união porque é agradável viver unidos e numa perfeita harmonia e, nada obstante, que as divergências que possam existir entre as nações, ainda assim é possível viver em comunidade, uns respeitando os outros mesmo nas divergências, porque tudo é possível quando sobrepuser à boa vontade e a compreensão dos dirigentes.
O ponto básico de seu pontificado tem sido a juventude, porque vê nela o futuro da humanidade porque acredita que o jovem será a pedra basilar da família e da paz do mundo, sem dúvida terá o mesmo sucesso da Jornada da Juventude acontecida em solo brasileiro.
O Papa Francisco, na profundeza da sabedoria de suas palavras, diz-nos que: “a mensagem da Misericórdia Divina constitui um programa de vida muito concreto e exigente, porque implica obras. E uma das obras de misericórdia mais evidentes, embora mais difíceis de praticar, é perdoar a quem nos ofendeu, a quem nos fez mal, àqueles que consideramos como inimigos. Tantas vezes, como parece difícil perdoar! E, no entanto, o perdão é o instrumento colocado nas nossas frágeis mãos para alcançar a serenidade do coração. Deixar de lado o ressentimento, a raiva, a violência e a vingança são condições necessárias para se viver feliz”. É vital para um mundo melhor e pacificador.
Assim, todos são convidados a uma reflexão profunda do seu modo de viver na comunidade como na família, porque muitos são os percalços e decepções porque não dizer também de alegria, mas justamente nos momentos mais difíceis, embora o desespero e a desconfiança possam nos atingir mais, aí, sim é o momento da reflexão e da ponderação quando vamos busca Deus na sua infinita bondade que nos mostrará o caminho para a reconciliação com quem nos prejudicou, sem raiva ou revidar.
Certa prática de atos, para nós, achamos pequenos, mas infinitamente elevados e significativos para Deus: como dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, dar assistência aos doentes, visitar os presos, enterrar os mortos, como também aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, corrigir os que erram, consolar os tristes, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar pelos vivos e defuntos.
Com toda certeza apoiemo-nos na Divina Misericórdia, porque esta é a oportunidade para que todos se reconciliem com Deus e com seu próximo para que se tenha uma vida de paz e de amor.