Por Thadeus Palka, advogado em Apucarana
Os primeiros candidatos já estão se identificando e, como não podia deixar de ser, pedem a preferência do sufrágio de seu nome. Sim, será uma disputa aguerrida devido ao grande volume de candidatos e poucas vagas.
O eleitor, no entanto, deve estar atento, alerta e analisar o que quer de seu candidato e o que ele tem a oferecer para o desenvolvimento de sua região e da cidade.
No período que antecede a eleição, tanto o eleitor como o candidato devem em perfeita sintonia sobre o que pode ser feito de bom, de útil e necessário para o bom desenvolvimento de sua comunidade. Não pensar só em si mas no todo.
Tanto um como o outro – o bom e o ruim – os candidatos são facilmente identificáveis, uns pelo que fizeram e outros pelo que poderão fazer por suas atitudes e pela sua conduta nos meio em que vivem.
As propostas de desenvolvimento que serão oferecidas pelos candidatos deverão ser muito bem sopesadas de sua viabilidade, porque surgem casos absurdos da execução de obras impossíveis, tanto pelo seu elevado custo operacional como pela sua desnecessidade.
O eleitor deve usar seu olho clínico e fazer uma boa filtragem das atitudes dos candidatos pelo que fizeram ou não, se, de fato, foram honestos em seus propósitos das promessas de campanha.
No dia da eleição o eleitor deve ser responsável pelos destinos de sua comunidade, e entender que o dia da eleição é um dia de grande responsabilidade e entender que o voto é valioso para si, para sua família e comunidade e não desperdiçá-lo ou vendê-lo por qualquer migalha; na cabine eleitoral o eleitor é soberano e senhor si porque está traçando os destinos de sua comunidade e praticando um ato cívico do mais alta magnitude de bom e responsável cidadão.
Tempo de eleição é tempo de estar atento; observar como os candidatos se interagem; quais são seus planos de trabalho, como pensam e o que podem oferecer de bom para a comunidade; se os planos de trabalho são possíveis de serem realizados; filtrar todos tipos de promessas; acompanhar seus passos de trabalho e não se levar por falsas promessas mirabolantes e impossíveis.
Agora vão ser momentos de tapinhas nas costas, abraços e beijinhos nas crianças, conversas ao “pé do ouvido”, goladas de cafezinhos e, porque não até uns goles de “pinguinha” e outras coisas mais que levam os candidatos a se aproximar de seus eleitorados. São atitudes “normais” dos candidatos para com o eleitorado.
Qual o tempo que o eleitor leva para digitar o número do candidato? Com certeza nada além de um minuto, então faça desse minuto o mais importante de sua vida tanto para si, família e comunidade.
Não desperdice seu voto para não se arrepender depois.
OPINIÃO
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