OPINIÃO

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Ideias sofre uma reforma política

Por Thadeus Palka, advogado em Apucarana

| Edição de 24 de setembro de 2016 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Os meios de comunicação são bastante férteis em proporcionar sugestões e ideias para que se possam ter meios de governabilidade e, porque também dizer, junto às pessoas que fazem análises desde o mais esclarecido até aquele luta no seu dia a dia para sustentar a família, mas que, também, está perfeitamente sintonizado com o que ocorre à sua volta, assim, alguns requisitos poderiam ser trazidos para a compreensão de todos para alguns critérios previstos além do que preceitua a nossa Constituição Federal de 1988.

É conhecimento geral que os parlamentares em todos os escalões em maior ou menor – federal, estadual e municipal – no exercício de seu mandato gozam de privilégios que causam inveja a qualquer um e que deveria ser considerado acima de tudo um serviço público comum, um privilégio, uma honraria, mas, não, são beneficiados com: passagens aéreas, fretamento de aeronaves, alimentação, cota postal e telefônica, consultorias, divulgação do mandato, despesas de escritório, serviços de TV e internet, auxílio moradia ou imóvel funcional e utilização de veículos oficiais e outras inúmeras vantagens.

O voto não deveria ser obrigatório e, sim, facultativo, para o cidadão porque tolhe a sua liberdade, obrigando-o a talvez fazer algo que não é de sua plena liberdade.

Acabar com a reeleição porque, no atual momento, tornou-se como uma forma de perpetuação no cargo para assim dar oportunidade a novas gerações e com novas ideias, entendendo que aqueles antigos já deram sua parcela de trabalho.

Para quaisquer projetos que envolvam despesas, isto é gastos quaisquer que sejam deveriam passar pelo crivo da população, em todas as suas etapas, por referendos periódicos e regulares, e cujas matérias que sejam de exclusivo interesse e benefício da coletividade.

Nas escolas, obrigatoriamente, ser implantado e obrigatório o ensino de civismo e educação financeira, e um estudo com profundidade da nossa Constituição de l988, principalmente, o que está elencado no artigo 5º, capítulo I, ”Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos”, quando em seu “caput” diz: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade” e outros itens seguintes e das biografias dos grandes vultos brasileiros que honraram e dignificaram e que fizeram a história do Brasil.

Todo candidato a exercer um cargo político já entende que sua atividade deverá ser pautada inteiramente em favor da coletividade e não somente para satisfazer sua vontade pessoal e entender que o povo será o seu eterno fiscal e que irá acompanhar “pari-passu” sua caminhada pelo trabalho que deverá realizar em prol da coletividade e acreditar que o “o povo é o melhor fiscal desta praça” (uma placa que estava colocada quando a Prefeitura Municipal funcionava na Praça Rui Barbosa – Apucarana – Pr. Os antigos moradores irão se lembrar).