OPINIÃO

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Natal, festa do menino Deus

Por Thadeus Palka, advogado em Apucarana

| Edição de 24 de dezembro de 2015 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Muitos dizem como o tempo corre depressa, parece que foi ontem que festejamos o dia do nascimento de Jesus e já estamos novamente comemorando a sua chegada; é por demais notável esse acontecimento que enche os lares dos cristãos com alegria, paz e amor. De fato, o nosso corre, corre do dia a dia e as nossas preocupações e obrigações fazem com que ignoremos algo importante em nosso cotidiano.

O advento antecede quatro semanas antes do Natal fixado pela Igreja Católica para a preparação espiritual compatível com essa belíssima e inesquecível festa, pois repete a cada ano os laços de fraternidade dos familiares e amigos aqueles que estão próximos e até porque não os que ficam distantes.

Advento é tempo de preparação, alegria, espera, penitência, conversão, onde, especialmente, os católicos festejam o Nascimento de Jesus Cristo e vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a paz.

O Filho de Deus é a segunda pessoa de Trindade Santíssima e com a sua chegada começa com o convite à vigilância como aquele que zela por um tesouro e aquele que deseja ler no correr dos dias qual o seu destino.

Dúvidas e questionamentos em Jesus não existem espaços. Em Jesus vamos com absoluta certeza encontrar esperança da vida e da participação do banquete eterno. No Jesus Nazareno e naqueles que creem nele em um Deus de misericórdia e amor.

Como afirmou Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Londrina, tempos atrás, que: “o amor de Deus continua nos atrair, ele transforma erros em bênçãos, desgraças em graças, desencontros em encontros, feridas em felicidade. Os desertos se transformam em jardins, os carros armados em arados e tratores, os trajes de luto em vestes de festa; o Natal nos torna mais humanos, sensíveis, solidários, bondosos e alegres.”

Nesses dias que precedem a vinda do Menino Deus vamos pedir a Ele uníssonos que a mínima centelha do seu amor fraterno possa abrasar a terra inteira, a sua bondade seja infinita seja um lenitivo para todas as dores e tristezas e que elas sejam acalmadas como reconhecimento do eterno amor.

Sabemos que todos passam por dias difíceis e que isso não seja obstáculo para a derrota e a desconfiança, muito pelo contrário que neste dia seja reavivada a esperança e a crença por dias melhores na pessoa do divino Menino Deus.

Esforcemo-nos para banir por tudo e por todos e isso nada é difícil ou impossível dos nossos corações como a discórdia, a tristeza, fazer do Velho Papai Nobel o centro de nossas atenções, desconfiança, ódio, rancor, raiva e etc., lembrando que Jesus trouxe para todos os amor incondicional, gratuito e sem medidas.

O amor de Deus é infinito, é confiante e não pede nada em troca e tem a capacidade de remover qualquer resquício de mal entendido e de desunião.

Disso tudo, podemos deduzir que um pouquinho de boa vontade e desapegar-se do orgulho será possível sentir a grandeza do amor num abraço amigo e despretensioso que tudo foi um ato irrefletido e às vezes até mesquinho que fez com que aquela amizade fosse desmanchada, sendo assim, aproximemo-nos carinhosamente do nosso irmão e em nome de Jesus peçamos o perdão e arrependimento como fez o filho pródigo ao aproximar-se de seu pai e veremos que a nossa vida será de paz e de uma tranqüilidade imorredoura. Façamos e veremos como é bom tirar um grande peso de nossas costas ou de nossa consciência.