OPINIÃO

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​Reforço no atendimento às crianças faz a diferença

Da Redação

| Edição de 26 de julho de 2018 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O atendimento na área de saúde pública exige evolução contínua. As demandas existem e o poder público precisa buscar alternativas para garantir um atendimento de qualidade à população.

Na área infantil, melhorar o serviço prestado é um desafio na maioria dos municípios, principalmente por conta da falta de pediatras. Nesse contexto, Arapongas deu um passo importante nesta semana, ao inaugurar o Pronto-Atendimento Infantil (PAI) “Carlos Pugliese Júnior”, em anexo à Unidade de Pronto-Atendimento 24 Horas (UPA). Com 321 metros quadrados de área construída, a obra custou R$ 553.753,5 e vai garantir o atendimento exclusivo de crianças.
Para os pais, é uma grande conquista. Quem tem filhos sabe a importância de um atendimento rápido. Infelizmente, nem sempre isso ocorre. Ao definir um espaço exclusivo para o público infantil, o município garante um atendimento mais qualificado.
O novo pronto-socorro infantil de Arapongas conta com recepção, brinquedoteca, sala de amamentação, sanitários (feminino e masculino), fraldário, sanitário para portadores de necessidades especiais, sala de triagem, farmácia e dois consultórios.
A unidade funcionará 24 horas e o atendimento será feito a partir de critérios de prioridade médica. A capacidade diária de atendimento será de 150 crianças de 0 a 11 anos. Hoje, esse público era atendido na UPA 24 Horas e nas Unidades de Atendimento 18 Horas.
A proposta é levar um atendimento mais humanizado e acolhedor às crianças. Para isso, no entanto, a prefeitura precisará manter uma estrutura condizente, com médicos pediatras e profissionais à disposição da população. Há um compromisso nesse sentido da administração municipal, o que representa uma grande conquista na área de saúde pública.
É preciso colocar em prática ações que melhorem permanente o serviço prestado à população. Os municípios têm inúmeras demandas, mas a saúde deve ser prioritária. Arapongas e também outras prefeituras da região, é verdade, têm se esforçado para ampliar os investimentos no setor e principalmente contratar mais profissionais, principalmente médicos, que garantam um atendimento de qualidade à população. É um desafio complexo. Nem sempre há mão de obra disponível e os investimentos são altos. No entanto, o retorno é a melhoria da qualidade de vida da comunidade.