OPINIÃO

min de leitura - #

Serviços devem acompanhar aumento da população

Tribuna do Norte

| Edição de 30 de agosto de 2019 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

Fique por dentro do que acontece em Apucarana, Arapongas e região, assine a Tribuna do Norte.

Já ultrapassamos com folga a marca de 450 mil habitantes e, por mais que alguns municípios tenham registrado ligeira redução de população, o Vale do Ivaí está caminhando em direção à marca de meio milhão de pessoas. Mas, com o aumento da população, surgem demandas que precisam ser atendidas pelo poder público. Por isso, as prefeituras da região precisam estar atentas para atender as necessidades que surgem com o incremento populacional.

De acordo com estimativa divulgada anteontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e publicada pela Tribuna, os 26 municípios do Vale do Ivaí mais Arapongas, somados, têm 458.960 pessoas. Este é um número cerca de 0,5% maior do que o número estimado para o ano passado.

Foram quase 2,5 mil habitantes a mais de um ano para o outro. A título de curiosidade, este aumento é maior do que a população do município de Ariranha do Ivaí. Ou seja, é como se o Vale do Ivaí tivesse ganhado um novo município em um ano. Apucarana continua sendo o maior município da região, com população estimada em quase 135 mil pessoas, ficando na 13ª posição do estado. Em 16º no ranking paranaense está Arapongas, segunda maior cidade da região, com mais de 123 mil habitantes.

Com mais pessoas na região, surgem novos desafios para as administrações municipais. Um deles é a necessidade de novos loteamentos residenciais para abrigar o número crescente de moradores. Atrelado a isso, novos investimentos em saneamento básico, asfalto, energia elétrica e urbanização também são exigidos. Mais creches, escolas e postos de saúde, idem. Sem falar na geração de emprego, um dos pilares para o crescimento saudável de qualquer município.

Desta forma, as administrações municipais precisam ficar atentas a estas necessidades, que crescem dia após dia. Parcerias com os governos Estadual e Federal precisam ser incentivadas, sobretudo para tirar do papel obras de maior volume. Outra alternativa é firmar consórcios entre os próprios municípios, a fim de viabilizar obras maiores.