Na próxima reunião da Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (Amuvi), marcada para o dia 29 deste mês, a prefeita Maria Regina Della Rosa Magri (DEM), de São Pedro do Ivaí, vai assumir a presidência da associação no lugar de Luiz Carlos Gil (PSDB), prefeito de Ivaiporã. A reunião acontece às 16 horas no Salão Paroquial da igreja matriz, em São Pedro do Ivaí.
O revezamento no cargo de presidente da Amuvi faz parte de um acordo entre o presidente e a vice durante a eleição da diretoria ocorrida em 2014. O mandato dela será de um ano.
Regina será a primeira mulher a assumir a presidência na história da entidade, que abrange os 26 municípios do Vale do Ivaí. “Estou emocionada, porque aumenta a minha responsabilidade. Pois, além de fazer o normal como qualquer presidente faria, eu tenho a responsabilidade de fazer o melhor possível para elevar o nome das mulheres na política. Espero honrar o apoio dos prefeitos com muito trabalho, dedicação e respeito”, diz.
Na última sexta-feira, Regina se reuniu com Carlos Gil em Ivaiporã, no gabinete do prefeito. Foi uma primeira reunião de transição onde Carlos Gil repassou à Regina os relatórios contábeis da associação. O prefeito disse que tem as melhores expectativas na nova gestão que se inicia na próxima semana.
“A Regina já vem participando ativamente de toda a administração da Amuvi nesses três anos como vice-presidente, sempre acompanhando, tendo inclusive me representado por diversas vezes em reuniões em Curitiba e Brasília. É uma transição super tranquila. Desejo à prefeita uma excelente gestão”, destaca Carlos Gil.
LEI FISCAL
Por conta da crise econômica do País, o grande desafio para os prefeitos em 2016 será a recondução das despesas com pessoal aos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A LRF estabelece o limite de 54% do orçamento municipal para gastos com o pessoal.
“Temos que lutar para que se exclua ou aumente esse limite. A gasolina subiu, o salário subiu e a nossa arrecadação caiu. Mesmo as prefeituras que estavam ajustadas hoje estão em situação pré-prudencial. Se não houver melhora no repasse do FPM, muitas prefeituras terão contas rejeitadas, porque vão extrapolar o limite de gasto com pessoal”, completa Carlos Gil.