POLÍTICA

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Apucarana comunica à ANTT que é contra nova praça de pedágio na região

DA REDAÇÃO

| Edição de 03 de março de 2021 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O prefeito Júnior da Femac (PSD) oficializou ontem a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) o posicionamento contrário do município quanto à instalação de uma nova praça de pedágio na BR-376, entre o município de Califórnia ou mesmo na região de Mauá da Serra.  

Além de notificar oficialmente a agência sobre a posição do município, o protocolo contém uma série de reivindicações a serem consideradas no edital de concorrência para a nova concessão. “Essa luta é de todos nós. Apucarana é contra a nova praça entre Califórnia e também no trecho até Mauá da Serra. Deixamos isso bem claro, de forma oficial, documental: mais pedágio não. Também reivindicamos a inclusão da exigência de que a vencedora construa passarelas em trechos urbanos da rodovia para que os pedestres tenham segurança ao transpor a via”, disse o prefeito.
Júnior citou a necessidade de passarelas na Avenida Minas Gerais (imediações da Praça Melvin Jones - Vila Nova), no Contorno Sul (Rua Sussumo Shimura) e defronte ao 30º Batalhão de Infantaria Mecanizado do Exército Brasileiro (30º BIMec). 
Responsável pela regulação das atividades de exploração da infraestrutura ferroviária e rodoviária federal e de prestação de serviços de transporte terrestre, a ANTT foi incumbida pelo Ministério da Infraestrutura e Logística de realizar consultas públicas em todo o Paraná sobre o novo modelo de pedágio que o governo federal está propondo para as rodovias que formam o Anel de Integração no Paraná. Durante audiência realizada em Apucarana, no último dia 24, o prefeito Júnior da Femac já havia tecido duras críticas ao atual modelo de concessão, cujo contrato de 24 anos termina em novembro deste ano. “Foram mais de duas décadas de promessas não cumpridas e de obras não realizadas. Apucarana perdeu o seu contorno leste que estava contratado na concessão e ninguém deu satisfação sobre isso. Aliás, essa concessão prejudicou demais o Paraná, com as tarifas mais caras do Brasil”, afirmou o prefeito de Apucarana.