O deputado federal Alex Canziani (PTB) cumpriu agenda política ontem em Apucarana, onde participou de evento no Colégio Estadual Agrícola Manoel Ribas, visitou várias empresas e se reuniu com lideranças políticas locais e regionais. Nas eleições deste ano ele está em campanha em busca de uma das vagas do Paraná no Senado Federal.
O parlamentar assegura que está bastante confiante que será eleito senador para representar bem o Estado no Congresso Nacional e defender os interesses dos paranaenses junto ao governo federal. “Estou no jogo e convicto de que posso fazer muito pelo nosso Estado e pelo País”, afirmou o candidato. “Também quero ser o senador em defesa de Apucarana, do Vale do Ivaí e de todo o Norte do Paraná”, acrescenta.
Ele analisa que as pesquisas eleitorais o colocam como um dos fortes candidatos para ocupar uma das duas vagas do Senado. “A minha candidatura é suprapartidária e sou o único concorrente do interior do Estado, onde tenho o apoio de um grande número de prefeitos e de lideranças políticas, empresariais e da educação”, diz.
Canziani fazia dobradinha na chapa da governadora Cida Borghetti (PP) com o ex-governador Beto Richa (PSDB), que foi preso na semana passada numa operação do Gaeco. Para ele, Richa, que sofre um desgaste político, nem deveria sair candidato ao Senado, talvez seria melhor concorrer a deputado federal.
Com 54 anos, Canziani já tem cinco mandatos de deputado federal, além de dois de vereador e uma vez vice-prefeito de Londrina. Ele assinala que, com toda esta experiência e por conhecer bem o interior do Estado, tem todas as condições de fazer um bom trabalho no Senado.
Sendo eleito, Canziani assinala que vai continuar com sua luta em favor da educação, setor pelo qual sempre brigou nos seus cinco mandatos de deputado federal e obteve muitas conquistas para o Paraná. Da mesma forma, pretende ser um defensor dos interesses do Estado, independentemente de posição partidária e de quem será o próximo governador. “Quero ser o elo de ligação entre o Paraná, o Congresso Nacional e o governo federal”, declara.
Canziani avalia que, seja qual for o próximo presidente da República a ser eleito em outubro, este terá muitas dificuldades para dirigir o País. Na sua opinião, em função da crise política e econômica por que passa o País, o primeiro ano de mandato do próximo presidente será muito turbulento. “Se o presidente eleito não fizer as reformas que o País precisa, nós vamos ficar patinando mais um ano”, afirma o parlamentar. “E eu quero estar lá no Senado para, com minha experiência, ajudar nessas reformas”, completa.
Embora dispute a vaga de senador pela coligação da candidata à reeleição ao governo, Cida Borghetti, Canziani assegura que vem recebendo apoio de deputados de todas as coligações, bem como de prefeitos de diferentes grupos políticos.