POLÍTICA

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coluna da Tribuna

DA REDAÇÃO

| Edição de 18 de março de 2021 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Volta dos servidores 
Terminou ontem o período de trabalho remoto por parte dos servidores da Câmara de Apucarana. A partir de hoje todos voltam a trabalhar internamente, após um período de fechamento da Casa em função de casos suspeitos de Covid. Pelo menos quatro servidores haviam testado positivo para a doença e outros seis suspeitos foram descartados. Os que testaram positivo já estão totalmente recuperados. Com isso, os trabalhos internos no Legislativo voltam à normalidade, inclusive os gabinetes dos vereadores. No entanto, a Câmara ainda continua fechada para atendimento ao público, em cumprimento às regras sanitárias.

Sessões à noite 
Em Arapongas, a Câmara de Vereadores mudou o horário das sessões ordinárias que acontecem às segundas-feiras. Em vez das 16 horas, as sessões passam a ser realizadas às 19 horas, também nas segundas-feiras. Segundo o presidente do Legislativo, vereador Rubens Franzin Manoel (DEM), a mudança atende a pedidos da comunidade, visando permitir que as pessoas que trabalham durante o dia possam acompanhar as sessões à noite. Ele frisa, no entanto, que em função da pandemia as sessões vão continuar sendo virtuais e sem a presença de público. Quando esta pandemia acabar, tudo volta ao normal.
Sem reajuste salarial
Muito embora seja legal, a prefeita de Mandaguari, enfermeira Ivonéia Furtado (Cidadania), bem como seu vice, Jorge do Alambique (PDT), e secretários municipais – incluindo a Procuradoria Jurídica –, não foram incluídos no projeto de lei elaborado pelo Executivo e aprovado esta semana pela Câmara de Vereadores que reajusta salários de servidores municipais. O projeto determina a reposição salarial de 5,20% para os servidores públicos municipais, conforme a inflação do período. A prefeita afirma que considera inoportuno um reajuste neste momento de pandemia, onde muitas pessoas estão sem trabalho e outras com dificuldades para manter seus negócios.

Covid “confortável”? 
Líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal, o deputado paranaense Ricardo Barros (PP), afirmou ontem, em entrevista à GloboNews, ao comentar o número de mortes por milhão de habitantes no Brasil por Covid-19 e a quantidade de vacinados, que a situação do país “é até confortável”. A declaração foi dada um dia após novo recorde de mortes registrado pelo País, anteontem, com 2.798 óbitos pela Covid-19 em 24 horas e mais de 282 mil mortos desde o início da pandemia. “Olhe bem a estatística, mortes por milhão, ou seja, o cuidado do sistema de saúde com as pessoas. Reino Unido, 1.853 (mortes por milhão), em 4º lugar. Estados Unidos, 1.609 por milhão, em 11º. Brasil, 1.300 mortes por milhão, em 22º lugar”, alegou Barros.