POLÍTICA

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Curisco na Política

DA REDAÇÃO

| Edição de 05 de novembro de 2021 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Disputa de egos

A Câmara Municipal de Apucarana deveria ser estudada. Com 11 vereadores e cerca de 50 funcionários, é um local de trabalho que tem uma verdadeira guerra de egos. Todo mundo quer mandar, quem passou pelo poder quer continuar mandando, os vereadores brigam entre si para ver quem manda mais, os funcionários divididos em grupos rivais brigam o tempo todo para ter o domínio da Câmara. Vale tudo para ver quem manda mais, quem manda menos é o presidente.

Monarquia
Na República, o presidente da Câmara é eleito democraticamente para dirigir a Câmara Municipal. Na prática, a Câmara de Apucarana é administrada em um regime de monarquia. Um Rei e uma Rainha mandam e desmandam na Câmara, ambos não gostam de ser contrariados há mais de vinte anos. E os vereadores acatam as ordens dos soberanos.

Diferenças
O poder público não pode dar certo. Veja o caso da Câmara Municipal de Apucarana, mais de dez funcionários ganham o dobro do Presidente e o triplo dos vereadores. Como administrar algo onde os funcionários ganham e mandam mais que o presidente?

Corda esticada
A queda de braço entre o atual presidente da Câmara, Poim, e alguns funcionários chegou em um estágio que não dá mais. Ou presidente Poim demite alguns e mostra quem manda, ou será engolido.

Bailando
Tudo está sendo liberado: festas, shows, casamentos, congressos, aulas, viagens de navios, viagens de avião, de ônibus... Estamos voltando ao normal. E aqui fica um pedido dos idosos para a volta do baile no Sesc realizado pela prefeitura. A maioria dos frequentadores já tomou a terceira dose de reforço, o lugar é amplo, sem aglomerações. Seria o melhor presente do prefeito Júnior da Femac para os idosos: um pouco de alegria depois de quase dois anos recolhidos.