POLÍTICA

min de leitura - #

Deputados manifestam pesar pela morte de Fábio Campana

DA REDAÇÃO

| Edição de 01 de junho de 2021 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

Fique por dentro do que acontece em Apucarana, Arapongas e região, assine a Tribuna do Norte.

Os deputados estaduais aprovaram ontem, durante sessão plenária da Assembleia Legislativa do Paraná, voto de pesar em homenagem ao escritor, jornalista e publicitário, Fábio Campana, que faleceu aos 74 anos, vítima de complicações da Covid-19.

O requerimento foi proposto pelos parlamentares que integram a Comissão Executiva: o presidente Ademar Traiano (PSDB), o primeiro-secretário Luiz Cláudio Romanelli (PSB) e o segundo-secretário, Gilson de Souza, e acompanhado com a assinatura de diversos deputados. 
Fábio Campana foi secretário de Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba e secretário de Estado da Comunicação Social em três gestões do Governo Estadual. 
Ele nasceu em 1947 em Foz do Iguaçu e vivia em Curitiba desde 1960.
Campana publicou Restos Mortais, contos (1978); No Campo do Inimigo, contos (1981); Paraíso em Chamas, poesia (1994); O Guardador de Fantasmas, romance (1996); Todo o Sangue (2004); O último dia de Cabeza de Vaca (2005); Ai (2007); A Árvores de Isaías (2011); O Ventre, o Vaso, o Claustro (2017); e As Coisas Simples (2019).
No jornalismo, além de editor de seu blog por 15 anos, foi editor da revista Atenção e do jornal Correio de Notícias. Atuou como colunista político dos jornais Gazeta do Povo, O Estado do Paraná, Tribuna do Paraná, Gazeta do Paraná e Tribuna do Norte. 
No campo do marketing político, atuou em diversas campanhas para governador do Paraná e em inúmeras campanhas para prefeituras, além de ter dirigido a comunicação das campanhas presidenciais que elegeram dois presidentes do Paraguai: as de Juan Carlos Wasmosy (1993) e de Raúl Cubas Grau (1998) Foi filiado ao Partido Comunista em 1960 e esteve filiado ao PCdoB até 1981, quando deixou o partido. Foi preso político em 1966 e em 1970.